
Nessa terça-feira, dia 11, a cidade de Patos contou com apenas duas viaturas em serviços para as rondas de rotina. Isso porque alguns Policiais Militares estão em paralisação legal em toda a Paraíba e Patos começa a sentir os efeitos do baixo efetivo policial.
O fato se dá porque os Policiais Militares estão se recusando a dirigir viaturas sem a devida capacitação para tal. Os oficiais que dirigem viaturas precisam de um Certificado de Condutor de Veículos de Emergência, o chamado CCVE. São poucos os oficiais que são habilitados e possuem essa classificação.
Além disso, outros agentes estão sem alguns Equipamentos de Proteção Individual, os EPI’s, e, segundo regulamento da própria Polícia Militar da Paraíba, não podem trabalhar sem esses produtos, a exemplo do cinto de guarnição, exigido pelos policiais do BEP Motos para então voltarem às ruas.
Os policiais afirmam que não estão se negando a trabalhar, mas sim exigindo o que é direito e para proteção pessoal dos agentes. Além disso, está é uma forma de pressionar o governador João Azevêdo (Cidadania) a rever uma série de medidas danosas que foram enviadas à Assembleia Legislativa da Paraíba e aprovada pelos deputados que, segundo os PM’s, prejudicam a categoria.
Entre as exigências estão a insalubridade, o subsídio, a paridade e a integralidade, o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração e outras reivindicações que são legais e de direito dos profissionais. Toda a região que compreende o 3º BPM está parada, que são Santa Luzia, São Mamede, Teixeira e outros, além dos destacamentos, que estão contando apenas com os policiais do serviço ordinário. Os policiais ganham 6 reais por cada hora extra trabalhada.
Efeito danoso
Uma ocorrência de roubo em uma farmácia foi atendida por uma viatura que veio de São José de Espinharas para atender Patos, porque o efetivo era insuficiente para a demanda naquele momento. Além disso, algumas ocorrências estão ainda sem solução, como a invasão ao Complexo Hospitalar de Patos por dois criminosos, que ainda não foram localizados e capturados pela polícia.
Sobre esse assunto, a reportagem do Patosonline.com procurou ouvir a comunicação do Comando de Policiamento Regional de Patos e recebeu a seguinte explicação:
“Existe uma redução em razão da falta de efetivo, que por conta do movimento legal que está existindo entre a PM de o Governo do Estado, boa parte dos policiais que na sua folga estava completando os cargos para outras guarnições simplesmente não estão se escalando para P.O.R. ou seja, Policiamento extra remunerado, que é de forma voluntária para aqueles que na sua folga queiram trabalhar. Com esta deficiência, enquanto está havendo as negociações entre governo e polícia, estamos com este prejuízo nas escalas de serviços. Porém, estamos com policiamento nas ruas atendendo às ocorrências normalmente”, falou o Major S. Filho.
Patosonline.com
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