
A maior tragédia aérea com uma equipe de futebol completa seis anos nesta terça-feira. Desta vez as homenagens às vítimas do voo da Chapecoense foram singelas e silenciosas, concentradas principalmente na Arena Condá, Santa Catarina.

Em um dos três memoriais da Arena Condá, o Átrio Daví Barella Dávi recebeu rosas brancas ao redor de uma fonte com os nomes das 71 vítimas. O local recebeu visitas durante todo este dia. Algumas pessoas também fizeram questão de levar flores de casa.

A Arena Condá esteve aberta até às 22h (de Brasília) – com acesso pela Ala Norte – para que torcedores pudessem ir até o estádio. Turistas de diferentes estados também passaram para conhecer a casa da Chapecoense. No centro do gramado, hvia flores para representar as vítimas.
Ao fim desta terça-feira, uma missa foi celebrada pela Catedral Santo Antônio, às 18h45 (de Brasília), e um culto especial na Get Church, às 19h30.
Em 29 de novembro de 2016, o avião que levava a delegação Chapecoense para a partida de ida da final da Copa Sul-Americana, na Colômbia, caiu nas proximidades de Medellín. A aeronave transportava jogadores, comissão técnica, dirigentes e jornalistas.
Em 2018, a Aeronáutica Civil da Colômbia concluiu a investigação e confirmou que o combustível do avião era insuficiente para o voo entre Santa Cruz, na Bolívia, e a Colômbia. O acidente ocorreu por esgotamento de combustível como consequência da falta de gestão de risco apropriada pela Lamia. Sem o combustível, os motores pararam de funcionar, e o avião planou até bater.
Fonte: ge
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