O economista Nelson Rosas, previu, na noite desta quarta-feira (28), alta generalizada de preços com o aumento no valor dos combustíveis com a volta da cobrança do PIS e Cofins pelo Governo Federal a partir de 2023. Os impostos estavam isentos desde o ano passado como medida para amenizar os impactos sobre os combustíveis provocados pela guerra na Ucrânia.
“No Brasil como a maior parte dos produtos são transportados em caminhões e por estradas ou gasta gasolina ou óleo diesel. Portanto, no preço de todos os produtos que a gente consome estão embutidos os custos dos combustíveis. Consequentemente as transportadora subirão o preço dos fretes. Com certeza, haverá uma pressão para a alta generalizada de preços”, disse em entrevista ao programa de rádio Hora H, apresentado pelos jornalistas Wallison Bezerra e Albemar Santos na Rede Mais Rádio.
O governo Bolsonaro chegou a propor a manutenção da isenção, mas a equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não aceitou. O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad disse o pedido foi para que o governo se abstivesse de novas medidas que pudesse impactar a nova gestão.
Nelson Rosas explica que a cobrança de impostos é importante para a manutenção da máquina pública, mas defende uma revisão tributária que onere as classes mais ricas.
“Se você cobra imposto sobre bens alimentício pune mais as famílias numerosas e a população de um modo geral enquanto deixa de cobrar dos ricos sobre as receitas provenientes de lucros, juros, rendimentos e aplicações financeiras”, alegou.
Fonte: MaisPB
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