
A Paraíba começa o ano de 2023 com 26 açudes e situação crítica, segundo dados da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa). Por outro lado, 87 reservatórios estão em situação considerada de normalidade, dois estão sangrando e outros 20 estão em observação até este sábado (14).
É encaixado em situação normal, o açude com mais de 20% de volume. Já os que estão com menos de 20% da capacidade estão em observação. Os que estão em situação crítica têm menos de 5% do volume total.
O manancial Jangada, localizado no município de Mamanguape, é um dos que está sangrando. Ele tem capacidade máxima de 470.000 m³ de água e o volume atual é de 473.000 m³. Já o São José II, em Monteiro, tem capacidade para 1.311.540³ e o volume é de 1.313.847 m³.
Entre os 26 que estão em situação crítica, quatro estão totalmente zerados. Veja a lista abaixo:
Conforme a Aesa, os períodos chuvosos da Paraíba ocorrem geralmente no primeiro semestre do ano, dependendo da região. A previsão do tempo para o primeiro trimestre de 2023 indica chuvas dentro da normalidade e também acima da média histórica em municípios do Alto Sertão, Sertão e parte do Cariri e Curimataú.
A previsão da Aesa ainda aponta para uma maior concentração de chuvas nas regiões do Sertão e Alto Sertão, que deve cair com mais intensidade nos meses de fevereiro a março.
Há também a tendência de que nos primeiros três meses deste ano as chuvas ocorrerem de normais a acima da média histórica sobre municípios do Alto Sertão, Sertão e parte do Cariri e Curimataú.
O Açude Epitácio Pessoa, mais conhecido como Boqueirão, localizado na cidade de mesmo nome, está com 30% da capacidade total, contendo 140.708.281 m³, volume um pouco menor do que começou o ano de 2022.
O reservatório perdeu ao longo do ano de 2021 cerca de 20% do volume hídrico e chegou ao fim do ano passado com apenas 30% da capacidade total.
Em janeiro de 2021, o manancial tinha 235.595.207 metros cúbicos de água. Em dezembro do mesmo ano, passou para 141.632.416, uma perda de mais de 90 milhões de metros cúbicos de água. Desde então, o volume do açude estagnou.
O açude de Boqueirão, há quase seis anos, em abril de 2017, havia chegado a 3% do volume total, um dos índices mais baixos da história.
O manancial sangrou pela última vez em 2011 e já registrou, pelo menos, 18 sangrias. Elas foram notificadas nos anos de 1967, 1968, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 198, 1984, 1985, 1986, 1989, 1999, 2004, 2005, 2006, 2008, 2009 e 2011.
Fonte: g1 PB
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