
Os municípios de Uiraúna e Várzea, ambos localizados na divisa do Rio Grande do Norte, foram os primeiros da Paraíba a suspender as respectivas aulas por causa dos ataques criminosos que veem sendo registrados há pelo menos três dias no estado vizinho. A decisão foi tomada inicialmente pela Prefeitura Municipal de Uiraúna e logo depois acompanhada pela Prefeitura Municipal de Várzea.
Nos dois casos, a medida vale para esta quinta-feira (16) e sexta-feira (17), de forma que as aulas não vão ser retomadas antes de segunda-feira (20).
No caso de Uiraúna, a cidade faz limite com os municípios potiguares de Paraná e Luís Gomes. Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Educação cita o “cenário de incertezas em relação à segurança pública, em virtude dos acontecimentos no vizinho estado do Rio Grande do Norte”. A decisão vale para todas as unidades escolares e a paralisação é total.
Já no caso de Várzea, a cidade faz limite com os municípios potiguares de Ouro Branco e São José do Sabugi. A Secretaria Municipal de Educação fala em "clima de insegurança" para justificar a medida. Em Várzea, contudo, apenas as aulas presenciais foram suspensas e a ideia é mantê-las de forma remota.
A Prefeitura, no entanto, suspendeu também o transporte estudantil que acontece para Patos e para Caicó, na Paraíba e no Rio Grande do Norte respectivamente, enquanto durar o período de incertezas. A promessa é que na semana que vem haja uma reavaliação do cenário.
Em ambas as cidades, as decisões se baseiam em eventuais ameaças por parte do grupo criminoso potiguar de que os ataques realizados no Rio Grande do Norte podem se repetir também na Paraíba, principalmente depois que um homem da organização criminosa do estado vizinho foi morto numa ação da polícia paraibana.
Curiosamente, as mensagens foram disseminadas pela internet de forma anônima, sem que se saiba ao certo se a notícia é falsa ou verdadeira.
Sobre a questão, a propósito, o secretário de Segurança e da Defesa Social do Governo da Paraíba, Jean Nunes, confirmou que essas mensagens circulam pelo menos desde essa quarta-feira (15), mas que ainda não é possível afirmar se a procedência é verdadeira.
Ele disse que vem investigando com sua equipe a origem da mensagem e que a princípio não há nenhum fundo de verdade nas ameaças.
“Evidente que ninguém subestima o texto e a situação do estado vizinho, mas a princípio não tem esse indicativo de ataques a escolas estaduais ou particulares da Paraíba”, explicou o secretário Jean Nunes.
Fonte: g1 PB
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