
Estudantes do Brasil inteiro apresentaram em São Paulo soluções para os desafios do meio ambiente.
Eles têm pouca idade e muito futuro. Imaginam um amanhã movido a desenvolvimento sustentável.
De uma escola pública de Umbaúba, Sergipe, nasceu a ideia de substituir a sacola plástica muito usada na feira da cidade. As alunas não tinham laboratório e acharam a resposta olhando pra cima: uma sacola feita de palha seca de coqueiro.
“Muitas pessoas ainda vão conhecer as ecobags mas estamos muito esperançosas de que vai dar tudo certo e que as pessoas vão dar click na mente e ver que o plástico não dá mais”, conta a estudante do 2º ano do ensino médio Iulânia dos Santos, de 16 anos.
Como destino, a sacola vira adubo.
“Ela se biodecompõe e leva nutrientes para o solo, porque é um material orgânico”, diz a aluna do 2º ano do ensino médio Ellen Santos, de 16 anos.
Estudantes do município de Patos, Paraíba, se incomodaram com o descarte das cascas de banana e, a partir delas, surgiu um canudo que faz bem à natureza.
“Através dessa casca que tem um material um pouco fibroso é possível sim fazer um plástico e que ele pode ser substituir facilmente o plástico comum, que nós utilizamos em todo o nosso dia a dia hoje”, conta o estudante do 1º ano do ensino médio Miguel Leite Almeida, de 15 anos.
As crises alérgicas de colegas de uma escola técnica de Suzano, na grande São Paulo, levaram a uma descoberta: Sthefany e os amigos criaram uma tinta de parede com um componente orgânico que diminui a quantidade de elementos tóxicos.
“As três têm problemas com rinite, sinusite , por conta de fungos e bactérias que acabam ficando em paredes de quarto , então a gente desenvolveu isso não apenas por conta do trabalho de conclusão de curso, mas também porque a gente se via utilizando isso no futuro”, diz a aluna Sthéfany Sant'ana Nunes, de 18 anos.
Depois de três anos só no mundo da internet, a USP voltou a servir de casa para a maior feira pré-universitária de ciências e engenharia do Brasil.
São centenas de jovens de todo o país encontrando saídas para problemas que o mundo enfrenta. É claro que para eles traz muito orgulho exibir, mas estar na feira é também poder concorrer a bolsas de estudo, conseguir estágios e grandes oportunidades.
Dos 225 projetos da feira, nove vão ser selecionados para a maior competição do gênero, nos Estados Unidos, em maio. É para representar o Brasil, diante de outros 80 países.
A aposta é nos projetos que têm como foco um planeta que se sustente, seguindo os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU.
“Eles veem 'falta tanto para tantos e às vezes a gente está desperdiçando'. Então, eles trazem essas questões e aprofundam essas questões, tanto buscando referenciais que já estão aí na literatura, como coletando dados na localidade, seja na escola, seja na comunidade”, conta a professora da Poli-USP e coordenadora geral da Febrace, Roseli de Deus Lopes.
"É um problema que tem que ser resolvido agora. Não podemos deixar pra depois. O nosso planeta está precisando de socorro agora”, afirma a estudante Julânia.
Fonte: Jornal Nacional
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