A viúva de Cícero Andson Mascena dos Santos, que tinha 32 anos, e faleceu no último sábado acometido de uma convulsão, em frente a uma residência localizada na rua Carolina Monteiro Augusto, no Jardim Europa, zona norte de Cajazeiras, procurou o Diário do Sertão e deu sua versão sobre o fato ocorrido.
Poliana Lima que tem 28 anos e é técnica de enfermagem, afirma que seu esposo foi assassinado. Segundo ela, Cícero Andson foi espancado e devido às lesões ele sofreu a convulsão e consequentemente, por falta de socorro imediato, veio a evoluir para óbito.
Ela explicou que a própria médica do SAMU que atendeu ele, constatou que foi espancamento. “A crise convulsiva dele foi gerada por espancamento”, disse Poliana.
A viúva relatou que conversou com o médico perito e ele relatou que as lesões não o mataram, mas elas geraram a convulsão que o levou à morte.
Conforme Poliana, havia várias lesões em diversas partes do corpo de Cícero Andson, como: supercílio, cabeça, membros inferiores e superiores, costas, no pescoço e nariz fraturado.
Ela disse ainda que tem fotos do quarto da casa onde ele teria sido espancado e relatou que há marcas de sangue pelo ambiente.
Ainda segundo Poliana, além dos policiais, SAMU e IPC, várias testemunhas da rua também podem comprovar que houve o espancamento.
A mulher explicou ainda que seu esposo foi jogado na calçada e ao convulsionar ele não obteve socorro. Segundo ela, não deixaram ele na posição correta que seria de forma lateral, e possivelmente a língua pode ter fechado as vias respiratórias.
A viúva ressaltou que as informações foram passadas para ela por duas irmãs suas, as quais foram as primeiras pessoas da família que chegaram e uma delas que é enfermeira, tentou reanimar a vítima antes mesmo do SAMU chegar, mas infelizmente não obteve êxito.
SURTO
Quanto à versão de que Cícero Andson teria entrado na residência do idoso para roubá-lo, ela desmentiu e relatou que seu marido tinha laudo de esquizofrenia.
A mulher explicou que ele já havia surtado outras vezes e que antes de entrar nesta referida casa, ele havia entrado em outra residência pedindo ajuda e dizendo que alguém estava correndo atrás dele para pegá-lo, fato este que segundo ela, teria se repetido no imóvel onde ocorreu o fato que resultou na morte dele.
“Nada justifica espancar alguém. Ele estava em surto psicótico, quando acontecia isso das outras vezes todas eram assim, ele entrava e se escondia, porque o medo dele era alguém matar. Na cabeça dele que é esquizofrênico, ele não tem noção do que é realidade ou de que é mentira”, relatou.
A família aguarda resultados do laudo do IPC.
Cícero Andson era baterista. Ela era bastante conhecido no meio artístico na cidade e já tocou bateria em algumas bandas da região. Ele deixa esposa e duas filhas, uma de 10 e outra de 6 anos.
O sepultamento ocorreu na manhã deste domingo (5) em Cajazeiras, sob forte comoção de familiares e amigos.
Fonte: Diário do Sertão
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