Está prevista para acontecer na manhã desta quinta-feira (7) uma audiência de instrução referente ao caso da pequena Júlia, de apenas um ano de idade, morta pela própria mãe em outubro do ano passado. A mãe, Eliane Nunes da Silva, será ouvida durante a audiência, juntamente com o pai da criança e o pai da acusada.
O crime chocou a cidade de João Pessoa e ganhou grande repercussão nacional. Eliane confessou ter matado a filha enquanto esta dormia no berço, usando uma faca. Alegou ter cometido o crime por conta do relacionamento conturbado com o ex-esposo, pai da criança.
A audiência de instrução está marcada para ocorrer no Fórum Criminal de João Pessoa, dando início ao julgamento de Eliane. Além dos depoimentos dos envolvidos, espera-se também a apresentação de provas e evidências para elucidar os detalhes do crime.
Eliane permanece presa na penitenciária Maria Júlia Maranhão, aguardando o desenrolar do processo judicial. A defesa insiste na desnecessidade da manutenção da prisão preventiva, argumentando que Eliane está colaborando com as investigações e que não representa perigo à sociedade.
Entenda o caso
Eliane Nunes da Silva, 27 anos, chegou na Central de Polícia, em João Pessoa, por volta das 11h do dia 26 de outubro. Ensanguentada, a mulher confessou que esfaqueou a própria filha, de 1 ano, enquanto o bebê estava no berço. O crime aconteceu no bairro de Novo Geisel no dia 26 de outubro de 2023.
De acordo com o delegado Bruno Victor Germano, o crime foi motivado por conta de desentendimentos entre a suspeita e o ex-marido, que teria pedido a separação. Por não aceitar o término do relacionamento e temendo perder a guarda da criança, Eliane a esfaqueou diversas vezes.
Casal trocou mensagens antes do crime
Nas mensagens, Eliane Nunes da Silva, responde declarações do ex-marido e sugere que quer conversar com o homem no intuito de reatar o relacionamento.
Por volta das 7h, o homem informa que não quer continuar a relação. "Preciso de paz na minha vida. Você é uma pessoa muito ciumenta". Em seguida, ele promete o pagamento de R$ 200, por semana, para auxiliar nas despesas da criança. "Vamos ser amigos", completa.
Minutos depois, ela o encaminha uma sequência de mensagens onde promete que não será ciumenta. "Vem aqui, pelo amor de Deus", diz. “Eu lhe amo. Não faça isso comigo”, sinaliza. O homem, por sua vez, nega o contato e bloqueia a mulher na rede social.
Fonte: Portal T5
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