
A partir desta terça-feira, o preço do gás de cozinha ficará mais caro em toda a Paraíba. O Sindicato dos Revendedores de Gás GLP (Sinregas-PB) anunciou um aumento de 5% no valor do produto, o que elevará o preço do botijão de gás para até R$ 110 à vista e R$ 115 a prazo.
De acordo com Marco Antônio, presidente do Sinregas-PB, o aumento visa permitir que as distribuidoras recuperem suas margens de lucro. Ele explicou que este ajuste de preços é uma prática anual, ocorrendo devido ao dissídio coletivo das distribuidoras, que define reajustes salariais e operacionais que impactam diretamente nos custos do produto.
Este é o segundo aumento no preço do gás de cozinha em 2024, trazendo preocupação para os consumidores paraibanos que já enfrentam um custo de vida elevado. Com o novo preço, muitas famílias precisarão reajustar seus orçamentos domésticos para acomodar o aumento no gasto com gás de cozinha.
A notícia do aumento no preço do gás de cozinha já gerou reações de preocupação entre os consumidores e movimentos de defesa do consumidor. Alguns especialistas alertam que os reajustes constantes podem levar a um impacto significativo no poder de compra da população, especialmente das famílias de baixa renda.
Por Patos Online
Com informações do Portal Correio
Futsal Feminino Patos realizará jogo festivo de futsal feminino em homenagem ao Mês da Mulher
EDUCAÇÃO Vida Ativa: saúde e movimento para idosos no Unifip
Luto! Prefeitura de Salgadinho lamenta morte de garoto de 6 anos picado por cobra
FPM FPM: primeira parcela de março será paga nesta terça-feira (10) com queda de 10% nos repasses
Concurso público Paraíba tem 171 vagas abertas em concursos com salários de mais de R$ 12 mil
Na saúde e na doença Com casamento marcado, noiva tem complicações na gestação e cerimônia acontece em hospital, em João Pessoa
Justiça Ameaçada André Mendonça é ameaçado em Brasília e Octávio Paulo Neto, na Paraíba: quem protege quem investiga?
Mercado de trabalho Mulheres superam desafios e avançam em posições predominantemente masculinas
Ação MPF aciona Justiça para exigir medidas de segurança no Complexo Coremas-Mãe d’Água após rachaduras, erosões e desgastes Mín. 23° Máx. 36°