
O Impostômetro, painel instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), no centro histórico da capital paulista, registrará, na próxima terça-feira (7), às 12h, que os brasileiros já pagaram R$ 3 trilhões em impostos desde o início de 2025. Esse montante representa a soma de impostos, taxas e contribuições pagos aos governos federal, estaduais e municipais, incluindo multas, juros e correção monetária.
Em comparação com o ano passado, quando esse mesmo patamar foi alcançado em 1º de novembro de 2024, às 16h29, o registro atual acontece com 25 dias de antecedência. Além disso, considerando o mesmo período do ano passado, quando o Impostômetro marcava R$ 2,743 trilhões nesta data, em 2024, houve um crescimento de aproximadamente 9,37% na arrecadação.
Segundo Ulisses Ruiz de Gamboa, economista do Instituto Gastão Vidigal da ACSP, essa antecipação é resultado de uma combinação de fatores que impulsionaram a arrecadação. “Entre eles, destaca-se o aquecimento da atividade econômica”, explica.
Ele também aponta a inflação como um fator relevante, já que o sistema tributário brasileiro é fortemente baseado em tributos sobre o consumo, que incidem diretamente sobre os preços de bens e serviços.
Além disso, outras medidas contribuíram para o aumento na arrecadação:
O painel físico do Impostômetro está instalado no prédio da sede da ACSP, situado na Rua Boa Vista, 51, no centro histórico de São Paulo. A população também pode acompanhar, em tempo real, a arrecadação de tributos no site: impostometro.com.br.
Assessoria
CASO MASTER PF apura suposto uso de recursos de Vorcaro para financiar Eduardo Bolsonaro nos EUA
CASO MASTER Delegada da PF e marido eram “espiões” de Vorcaro na corporação
COMPLIANCE ZERO PF prende pai de Daniel Vorcaro em nova etapa da investigação do caso Master
COMBUSTÍVEIS Governo Lula anuncia subsídio de até R$ 0,89 no litro da gasolina
HOMENAGEM Patoense Antônio Coelho é homenageado na Assembleia Legislativa de São Paulo durante solenidade pelo Dia Nacional do Agente de Trânsito
EXPORTAÇÃO União Europeia deixa Brasil fora de exportação de carnes por exigências sanitárias Mín. 21° Máx. 32°