
Com a entrada do ano eleitoral, o prefeito de Patos, Nabor Wanderley, tem pouco mais de três meses à frente da Prefeitura de Patos, caso seja confirmada a sua candidatura ao Senado nas eleições deste ano.
De acordo com o calendário eleitoral, Nabor e os demais prefeitos eleitos ou reeleitos em 2024 que disputarão as eleições deste ano terão até o dia 4 de abril para renunciar ao cargo de prefeito, aos mandatos conquistados nas urnas em 2024, seja para concorrer ao Senado ou a qualquer outro cargo em disputa nas eleições do dia 4 de outubro.
Porém, diferente do que acontece com os cargos legislativos de deputado federal, estadual e senador — em que, quando o político perde o pleito, retorna ao cargo anteriormente ocupado —, Nabor ficará sem mandato após a eleição caso não tenha sucesso nas urnas, ficando a Prefeitura de Patos sob a responsabilidade do atual vice-prefeito, Jacob Souto, até 31 de dezembro de 2028, quando se encerra o atual exercício administrativo conquistado nas urnas em 2024.
Outro detalhe é que o ato de renúncia impedirá Nabor de concorrer ao cargo de prefeito de Patos em 2028, uma vez que, mesmo Jacob estando prefeito a partir de abril de 2026, ele dará continuidade ao mandato que teve início com Nabor em 1º de janeiro de 2025, fato que indiretamente caracterizaria um terceiro mandato, situação não prevista pela legislação eleitoral.
Embora a renúncia possa ocorrer antes de 4 de abril, as informações apuradas até o momento dão conta de que ela só deve acontecer próximo à data limite, como forma de organizar as ações administrativas que serão entregues à responsabilidade do vice-prefeito Jacob Souto, que assumirá a condição de prefeito dias após a abdicação do mandato.
Durante o ano passado, Nabor fez uma série de visitas a lideranças políticas de todo o estado, dentro do período de pré-campanha, e teve seu nome cotado como candidato a vice-governador, ao lado de Lucas Ribeiro. Porém, a possibilidade foi descartada em publicação feita por sua assessoria.
Pela legislação eleitoral, prefeitos e governadores que vão concorrer a outros cargos neste ano precisam renunciar até o dia 4 de abril, enquanto os secretários de prefeituras ou de governos estaduais, bem como os ministros de Estado, precisam se desincompatibilizar de seus cargos até a mesma data, seis meses antes do pleito de outubro.
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