
A paralisação dos serviços extras da Polícia Civil da Paraíba chegou ao município de Patos, no Sertão do estado. Na manhã da última quinta-feira (5), agentes e escrivães que atuam em delegacias da região e em unidades especializadas promoveram um ato na sede da 15ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, com a entrega coletiva dos formulários de plantões extraordinários.
O movimento reuniu policiais civis de cidades vizinhas e também integrantes de delegacias especializadas, como a Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) e a Delegacia de Homicídios e Entorpecentes (DHE). A mobilização faz parte de um protesto em âmbito estadual, motivado pela insatisfação da categoria com a defasagem salarial.
Durante o ato, o diretor regional da Associação dos Policiais Civis da Paraíba (Aspol), Rafael Gomes, afirmou que o reajuste linear de 10%, recentemente anunciado pelo governador João Azevêdo, não é suficiente para cobrir as perdas acumuladas ao longo dos anos.
Segundo ele, muitos policiais com poucos anos de carreira já consideram deixar a corporação em busca de melhores condições. “Temos vários colegas com dois, três anos de polícia que já perceberam que o salário na Paraíba muitas vezes não compensa e continuam estudando para sair. A nossa luta é por melhorias salariais que não vêm ocorrendo com essas reposições de janeiro”, declarou.
Outro ponto destacado pela Aspol é a diferença de tratamento jurídico e salarial dentro da própria Polícia Civil. Rafael ressaltou que a associação possui uma ação judicial anterior à apresentada por delegados, mas que não recebeu o mesmo encaminhamento por parte da Procuradoria-Geral do Estado.
“O governador alega que os delegados ganharam na Justiça, mas a Aspol tem uma ação inclusive anterior. Não entendemos por que o procurador do Estado não submeteu ao mesmo acordo que foi feito com os delegados. A Polícia Civil não é feita somente por uma categoria, mas pelo conjunto: IPC, IML, investigadores, escrivães e agentes operacionais”, afirmou.
Em contato com o jornalista Pabhlo Rhuan, o delegado seccional da 15ª Delegacia Seccional de Patos, Rodrigo Monteiro, informou que, até o momento, o funcionamento das delegacias não foi afetado. De acordo com ele, as escalas de plantão já divulgadas para o mês de fevereiro seguem mantidas.
O delegado acrescentou ainda que a administração da Polícia Civil deve buscar, até o mês de março, uma solução para a situação dos plantões extras, com definição unificada pela Delegacia-Geral da Polícia Civil da Paraíba.
Por Patos Online
Com informações de Pabhlo Rhuan
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