O juiz do caso do Ronaldinho, Gustavo Amarilla, aceitou nesta terça-feira o quarto pedido de revisão de medidas do ex-jogador. Com isso, o brasileiro e seu irmão devem deixar a Agrupación Especializada, mas continuarão sob custódia policial em Assunção, no Paraguai.
Os advogados dos irmãos Assis ofereceram cerca de R$ 8,37 milhão como garantia, através do Consultor M360, de prioridade do advogado Óscar Mersán, e sinalizaram o Hotel Palmaroga como o local que ambos realizarão a prisão domiciliar. Policias supervisionarão o prédio constantemente..
Devido a pandemia do coronavírus, a audiência foi realizada sem a presença de Ronaldinho e Roberto, para preservar a saúde da dupla.
Os dois estão presos desde o dia 6 de Março, quando foram flagrados portando identidades falsas. O motivo da viagem ao Paraguai era a participações em eventos promovidos pela empresária Dalia López.
A defesa já havia tentando outras três oportunidades de implementar a prisão domiciliar ou a liberdade de ambos, mas todos os pedidos foram negados.
Gazeta Esportiva
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