O corpo do presidiário do regime semi-aberto, Sóstenes Alves dos Santos, mais conhecido por “Negão Bruno”, 21 anos, que foi assassinado nesse domingo (17), na cidade de Sousa, passou mais de 24 horas para ser examinado pelo Instituto Médico Legal (IML), de Patos.
A família reclama da demora, pois a espera é angustiante para os parentes mais próximos que ficam esperando o retorno do corpo de seu ente querido, quando morre vítima de acidente ou homicídio e precisa passar por esse tipo de procedimento.
Segundo os parentes, a demora é porque na região não tem IML e um dia após o homicídio, o corpo do presidiário ainda não tinha chegado a residência dele para ser velado pelos familiares.
“Esse laudo deveria ser lavrado aqui mesmo, porque ele morreu durante cirurgia”, disse Valdecir Alves, irmão da vítima.
O jovem foi morto por dois homens armados, que chegaram a pé na casa de Sóstenes e começaram a atirar contra ele. Quatro disparos atingiram o presidiário, que chegou a ser socorrido para o Hospital Regional de Sousa e faleceu durante cirurgia.
Segundo a família, Sóstenes tinha envolvimento com drogas. Esse foi o quarto assassinato somente este mês na cidade de Sousa.
Diário do Sertão
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