
O vereador Josmá Oliveira voltou a criticar o poder executivo municipal, no que se refere ao tratamento dispensado às mulheres que buscam a prefeitura em busca de uma ou outra ajuda. E sobre o assunto, explica o parlamentar:
"Vejam, por exemplo, a situação da saúde em nossa cidade, em relação ao município. Como estão os postos médicos, UPA e farmácias básicas? Eu me antecipo e respondo: todos sucateados ou sem um atendimento mais digno e onde as mulheres, principalmente as mais carentes, são as que mais sofrem, pois não têm um mamógrafo, exames transvaginais, ultrassonografia vaginal, que serviriam para o diagnóstico precoce de anormalidades mamárias e vaginais, inclusive com a detecção de tumores malignos, etc. Aliás, não se distribui nem o DIU, aparelho anticoncepcional reversível de baixo custo.
Agora, fazem campanhas e mais campanhas de valor teórico, onde somente se evidenciam campanhas meramente políticas, de uma vez que falam do alimento, mas não dão o pão. Nós dizemos 'dão ' mas tudo que vem da edilidade, em termos de benefícios, nada mais é que fruto de nossos impostos, do polpudo Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e verbas federais . O poder executivo apenas se utiliza da maioria dos bens públicos para fazer suas atividades ou projetos de governo, com a finalidade de se perpetuar no poder .
Eu acho graça com esses movimentos tentando ludibriar a população feminina: Outubro Rosa, Combate da Violência Contra as Mulheres, entre outros eventos que fazem unicamente onerar os cofres do município. É que a maior violência consiste em não estender as mãos às mulheres pobres que lutam por um pouco de saúde, que precisam de tratamento médico, além da garantia de cidadania, para não continuarem a ser instrumentos do jogo político eleitoreiro; resultado, ficam à mercê de grupos aliciadores de votos, e elas se veem obrigadas a trocar sua dignidade por caixas de medicamentos ou consultas hospitalares.
Nós, que fazemos o legislativo patoense, poderíamos dar uma maior parcela de contribuição, no sentido de conseguir tornar tudo isso realidade, em termos de ter em atividade todos os aparelhos essenciais a um tratamento decente das mulheres que moram em casas humildes, na periferia. Mulheres de várias idades, de todas as cores e crédulos. Mas alguns vereadores preferem continuar como inquilinos do prefeito, que sabe que a impunidade continuará reinando e que jamais será julgado pelos seus atos impróprios.
Finalmente, não culpo as pessoas que fazem essas campanhas, elas também são vítimas do sistema, um sistema onde a corrupção se torna algo mais que normal, se torna um meio de vida!"
Assessoria
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