
A reportagem do Patosonline.com foi procurada na manhã desta quarta-feira, dia 18 de maio, pela jovem Livia Nunes, denunciando a demora no atendimento no Hospital Infantil de Patos para sua filha de apenas 10 meses de idade que está doente e com febre alta.
Segundo relatou Livia, desde sexta-feira (13) ela tenta um atendimento para sua filha, a pequena Maria Helena, que está doente e chegou a registrar 40ºC de febre: "Desde sexta-feira que eu venho no Infantil, venho e eles mandam eu voltar. A criança agora só porque abaixou a febre eles não querem atender, quer que eu venha de 14h da tarde, com minha filha. Desde sexta-feira, nenhum exame passou pra menina, eu pedi aqui só pra passar a minha filha pelo médico que ele passasse os exames que eu fazia até particular, e eles não querem atender a criança. Quer dizer, é pra chegar aqui a menina dando convulsão pra poder eles atender?", desabafou.
Ela fez o registro do termômetro marcando 40ºC de febre e disse que uma equipe chegou a atendê-la, aplicaram uma injeção e mandaram de volta para casa, sem prescrever nenhum exame mais detalhado. Preocupada, na manhã desta quarta-feira (18) ela fez os exames de maneira particular e por conta própria.
"Eu fiz os exames agora da menina por conta própria mesmo, como ele não quis atender a menina, porque eu fui já pra ele passar os exames pra fazer no hospital, pois a menina desde sexta-feira que tá tendo febre, e eles não atenderam, queriam que eu fosse de duas horas da tarde pra criança poder ser atendida", relatou.
A redação do Patosonline.com conversou com a doutora Carol César, diretora-técnica e médica do Noaldo Leite. Segundo ela, a paciente foi atendida assim que deu entrada com febre e foi avaliada pela médica do plantão. Ela destacou ainda alta demanda de diversos casos.
“Nós temos o perfil de urgência e emergência e temos também os atendimentos ambulatoriais de segunda a sexta. Os pacientes de urgência e emergência necessitam de atendimento imediato, como febre, dispneia, traumas, dores, pacientes que precisam de atendimento urgente e que serão atendidos com urgência ou emergência. Já os pacientes que dão entrada sem esse perfil, ele é referenciado para o ambulatório, onde atendemos em média 70 pacientes por dia, e na urgência tivemos em média 4.203 no mês de abril. O atendimento é de quantidade imensa, e tentamos avaliar o paciente, o perfil e direcioná-lo para o atendimento adequado”, explicou a diretora-técnica.
Outros detalhes no áudio que segue:
Patosonline.com
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