Aconteceu na tarde desta terça-feira, dia 28, na Vara do Trabalho de Patos, a audiência que trata das ações que foram movidas por trabalhadores do Hospital Regional de Patos, do Hospital Geral de Taperoá e da Maternidade Dr. Peregrino Filho contra o Instituto Gerir e também contra o Governo do Estado da Paraíba.
As ações foram feitas por representações sindicais de médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde prejudicados diante de falta de realização de depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), salários atrasados, férias e demais direitos trabalhistas que foram desrespeitados pelo Instituto Gerir que foi contratado pelo Governo do Estado da Paraíba.
De acordo com a Dra. Poliana Sá, juíza trabalhista que acompanha os processos, não houve acordo na audiência e agora o processo seguirá sua instrução. O Gerir alega que o Estado da Paraíba não fez todos os pagamentos dos créditos dos quais a empresa tinha. Além da ausência de documentos que comprovam rescisões, verbas e quarteirizações, ou seja, contratação de outras empresas para prestação de serviços de forma terceirizada pelo próprio Gerir.
Diante da solicitação de documentos que serão feitos, a juíza Dra. Poliana Sá deverá se posicionar sobre pedidos de novos bloqueios de recursos que por ventura existam. “Nem a Gerir nem o Estado apresentaram os termos de rescisão para que pudéssemos fazer a conferencia desses valores. Nós só temos nos autos, os termos de rescisão do pessoal de Taperoá, mas do pessoal da maternidade e do Janduy Carneiro nós não temos as rescisões com as especificações das verbas...a gente precisa disso. Determinei que o instituto Gerir juntasse aos autos esses termos de rescisão....”, relatou Dra. Poliana.
A Justiça do Trabalho deverá se posicionar nas próximas 24 horas sobre algumas medidas cautelares que foram pedidas. São pedidos de documentos e para bloqueios de valores para garantir pagamentos dos médicos radiologistas que ficaram sem receber desde o mês de junho de 2019. Existem ações distintas de categorias de trabalhadores e o poder judiciário deve se debruçar sobre cada uma delas de forma específica para dar mais celeridade.
O fim do processo vem sendo aguardado por muitos trabalhadores que foram prejudicados nos seus direitos mais elementares. Muitos esperavam que houvesse acordo nesta terça-feira, porém, as ações ainda levarão mais tempo.
Jozivan Antero – Patosonline.com
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