
Professores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) aprovaram, na manhã desta quarta-feira (3), em assembleia geral da categoria, um indicativo de greve, sem definição de data, para pressionar o Governo Federal na negociação por reajuste salarial e melhorias na Educação.
No total, a proposta de indicativo de greve recebeu 130 votos a favor e 84 contrários. Já em relação à data, 166 votaram pelo indicativo sem data e 21 pelo indicativo com data.
A assembleia docente também aprovou paralisação de 24 horas na UFPB no próximo dia 17, para que a categoria possa se integrar à mobilização nacional marcada para essa data, com a realização de uma marcha dos servidores públicos federais a Brasília para pressionar o Governo. A atividade foi convocada pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) dentro de uma grande ação com três dias de atividades (15, 16 e 17).
Com a aprovação do indicativo de greve sem data, os professores da UFPB endossaram a avaliação da Diretoria Executiva da ADUFPB em relação ao contexto da mobilização nacional. Na análise de conjuntura, apresentada durante a assembleia, o secretário-geral da entidade, Fernando Cunha, explicou que a maioria das universidades que realizaram assembleia desde 11 de março para discutir a possibilidade de greve é favorável à proposta sem data de deflagração.
O Congresso do Andes – Sindicato Nacional deliberou em fevereiro pela realização de assembleias de base no período de 11 a 21 de março para discutir o indicativo de greve. Das 69 seções sindicais do país, 37 cumpriram a orientação. Dessas, quatro foram contrárias à greve, oito aprovaram indicativo com diferentes datas e 25 aprovaram propostas relativas à construção de greve e mobilização sem data definida.
“Esse foi o cenário que chegou à reunião do Setor das Federais, realizada no dia 22 de março”, explicou o secretário-geral da ADUFPB, Fernando Cunha. Entretanto, desse encontro saiu uma nova deliberação, orientando as seções sindicais a realizarem mais uma rodada de assembleias entre os dias 25 de março e 9 de abril, com indicação de greve para o dia 15 de abril. “A diretoria avalia que esse indicativo do Setor das Federais não bate com a realidade que os docentes do país indicam”, afirmou Fernando Cunha.
“Três assembleias já aconteceram desde o dia 25 de março: a da ADUF do Recôncavo Baiano, da Federal Rural do Rio de Janeiro e da Federal da Bahia. Todas as três indicaram o estado de mobilização e indicativo de greve sem data”, destaca. Segundo ele, os dados demonstram que os docentes do país são a favor da mobilização para pressionar o Governo, mas sem a definição de data de greve. É necessário, na opinião de Fernando Cunha, acompanhar o balanço do que vai acontecer nas próximas semanas.
MaisPB
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