
Em vídeo divulgado na manhã deste domingo (28), o psicólogo Moisés Barbosa, que foi alvo de furto de joias e pertences praticado por uma faxineira que trabalhava em sua residência, falou sobre o caso e desabafou em relação à forma como o caso teve andamento.
A prática ilícita foi descoberta neste sábado (27), a partir de câmeras de segurança instaladas em um dos quartos da residência de uma professora de educação física, familiar de Moisés.
De acordo com a vítima, há alguns dias notava o desaparecimento de peças de joias e bijuterias. Com isso, decidiu instalar câmeras de segurança em dois quartos da casa. Na manhã deste sábado (27), sua irmã monitorava as câmeras enquanto a faxineira trabalhava sozinha na residência. As imagens mostraram o momento exato em que a funcionária escondeu objetos em suas vestes.
Ao ser confrontada pela família, ela confessou o roubo e devolveu os objetos subtraídos. A mulher também admitiu que vinha furtando a casa desde novembro do ano passado e confessou que também praticou o delito na residência de Moisés. Os pertences foram vendidos a um ourives local que não exigiu qualquer nota fiscal.
O psicólogo desabafou sobre o fato de que mesmo a acusada tendo confessado o caso na delegacia, com registro de imagens e recibos de transferências, ela foi liberada após ser ouvida.
"Os valores estão invertidos! As leis hoje existem para proteger os criminosos e penalizar pessoas justas, trabalhadoras e que conquistam seus bens. Ou seja, uma empregada doméstica entra numa casa, goza da confiança daquela família, rouba joias que às vezes eram dadas por avós, anéis de formatura, coisas que foram conquistadas por aquela família, vai a uma delegacia, confessa o crime, diz a quem vendeu, como recebeu, que isso está registrado através de PIX, dinheiro, recibo e de outras formas, ao final, quando termina de ser ouvida, é liberada, vai para casa, sua imagem não pode ser divulgada, seu nome não pode ser divulgado e ela pode trabalhar na casa de outra pessoa e praticar o mesmo crime. Vale a pena pensar sobre isso", comentou Moisés.
As famílias envolvidas dizem estar devastadas com o ocorrido, considerando o valor não apenas material, mas também sentimental de várias das joias subtraídas e vendidas. Entre os itens estavam joias passadas de geração em geração, pulseiras de infância, anéis de formatura, presentes de aniversário de casamento, entre outros. Segundo as famílias, os valores totais podem ultrapassar R$ 100.000,00. Diante do constrangimento, aguardam que a justiça seja feita.
Após as oitivas, a faxineira e o acusado por ela como receptador foram liberados pelo delegado plantonista.
Veja abaixo as imagens capturadas pela câmera de segurança:
Por Patos Online
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