
A trajetória política de Ciro Gomes (PDT) pode ganhar um novo capítulo nos próximos dias. O ex-ministro e ex-governador deve encontrar integrantes da cúpula do PSDB nesta semana para alinhar a ida para a sigla tucana.
Se confirmada, a mudança encerra um ciclo de 28 anos de Ciro no PDT, partido que compôs e influenciou ao longo das últimas eleições.
A data do encontro, de acordo com aliados, ainda está sendo fechada e depende de agendas. Ainda assim, os participantes já estão definidos: Marconi Perillo, presidente do PSDB, além dos tucanos Aécio Neves e Tasso Jereissati.
De acordo com relatos, Ciro tem mantido conversas com os políticos por telefone nas últimas semanas.
Amigo de longa data, Jereissati – ex-governador do Ceará e ex-senador – é o principal articulador do retorno do ex-ministro ao ninho. Pela sigla, Ciro comandou o governo cearense entre 1991 e 1994.
Em crise de identidade e sofrendo com a perda de nomes nacionais, o PSDB vê no político cearense a oportunidade para recuperar forças e retornar ao centro dos debates nas eleições de 2026.
Integrantes da sigla ouvidos pela CNN acreditam que, no cenário atual, Ciro poderia retornar com duas possibilidades de candidatura em aberto, uma para presidência da República e outra para o governo cearense.
Já Ciro vê na legenda o espaço para reafirmar seu projeto de oposição ao PT. O movimento ganhou força após as revelações de um esquema de fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), descoberto na gestão petista, dentro de um ministério comandado pelo PDT.
Apesar de atuar para o desembarque dos pedetistas da base aliada de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o cearense foi voto vencido, e o partido optou por seguir no governo, apesar da relação estremecida com a bancada no Congresso Nacional.
Em outro grupo político, o ex-ministro pode ainda atrapalhar o projeto de Elmano de Freitas (PT), governador do Ceará, à reeleição.
No estado, o petista segue como favorito e tem apoio do grupo liderado por Cid Gomes, irmão afastado de Ciro por divergências políticas, e o ministro da Educação, Camilo Santana.
Fonte: CNN Brasil
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