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Policial Questionamentos

Defesa contesta versão da PM sobre confronto em Catolé do Rocha que terminou com a morte de um suspeito

O advogado questionou a versão apresentada pelas autoridades policiais e afirmou que a defesa busca esclarecer pontos ainda não respondidos na investigação.

30/08/2025 às 20h00 Atualizada em 30/08/2025 às 23h03
Por: Felipe Vilar Fonte: Patos Online com Diário do Sertão
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O advogado Júlio César, representante das famílias de Paulo Henrique Fernandes Alexandre, que morreu durante um confronto com a Polícia Militar, e de José Gonçalves, que permanece internado, se pronunciou nesta semana sobre o episódio ocorrido no último sábado (23), em Catolé do Rocha. Em entrevista ao programa Olho Vivo, da Rede Diário do Sertão, o defensor questionou a versão apresentada pelas autoridades policiais e afirmou que a defesa busca esclarecer pontos ainda não respondidos na investigação.

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Segundo Júlio César, o Judiciário da Paraíba já autorizou o acesso às imagens internas da Caixa Econômica Federal e também de câmeras de segurança da cidade, mas, até agora, esses registros não foram apresentados.

“Cadê essas imagens para atestar o que a autoridade policial está falando até o momento? Elas podem esclarecer os fatos, elas podem trazer à luz a verdade. Até agora não foram apresentadas”, cobrou.

O advogado também destacou a ausência de exames periciais que poderiam reforçar a versão da PM, como o residográfico, que identifica resíduos de pólvora nas mãos.

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“Cadê o exame residográfico? A Polícia Militar diz que estes tentaram contra a vida dos policiais e, de forma legítima, exerceram a legítima defesa. Mas até agora esse exame não foi apresentado”, afirmou.

Júlio César reforçou que sua atuação não é contra a Polícia Militar como instituição, mas contra possíveis erros cometidos na operação:

“Não está a se denegrir a instituição PM, está a se combater o erro nessa operação. Esses rapazes em nenhuma hipótese estavam com essa arma, eles não possuíam histórico de porte ou disparo de arma de fogo”.

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Suspeita de arma “plantada”

Entre os pontos mais polêmicos levantados pela defesa está a possibilidade de que o revólver apreendido tenha sido colocado na cena após o confronto.

“No entendimento da defesa, inicialmente, a arma pode ter sido implantada no local. Infelizmente, dentro do contexto de tudo que aconteceu, essa arma apareceu ali para poder justificar a ação policial”, declarou.

Material apreendido com os suspeitos – Foto: divulgação/12º BPM

 

O advogado ainda classificou como “excessivo” o número de disparos contra um dos suspeitos, que teria sido atingido por quatro tiros na região do peito.

A defesa afirmou que já acionou a Polícia Civil e o Ministério Público para acompanhar as diligências e que aguarda o acesso às imagens de segurança que podem ajudar a esclarecer os fatos.

“A gente não pode se calar, a defesa não vai se calar. Estamos aqui para mostrar que existe o outro lado. Não é somente o que os policiais estão falando. Se houve confronto, cadê as imagens?”, concluiu.

Por Patos Online
Com informações do Diário do Sertão

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