
A deputada estadual e presidente do Partido dos Trabalhadores da Paraíba (PT), Cida Ramos, fez duras críticas à operação policial no Rio de Janeiro que resultou em mais de 120 mortes na terça-feira (28), classificando a ação como um verdadeiro “genocídio”. Em pronunciamento nesta quinta-feira (30), durante sessão da ALPB, a parlamentar responsabilizou o Estado pela morte de "inocentes" e afirmou que o episódio expõe a face mais cruel da desigualdade social no país.
“O Brasil hoje está de luto. Estamos assistindo, em rede nacional, a um genocídio praticado contra negros, pobres, mulheres e jovens. Cento e vinte mortos pela incompetência de uma ação desastrada que não pegou bandidos e matou o povo inocente”, declarou Cida Ramos, em tom de forte crítica à ação policial.
A parlamentar afirmou que o episódio simboliza o confronto entre dois caminhos para o país: o da democracia e o da barbárie. Para ela, o momento exige uma reflexão sobre o modelo de segurança pública e sobre as prioridades das políticas governamentais.
“Esse Brasil precisa decidir se quer democracia, soberania e políticas públicas, um país que cresce 3,5% e reduz o desemprego, ou se quer a barbárie, com gasolina alta e gente correndo atrás de carcaça de frango”, afirmou.
Além disso, Cida Ramos também chamou, indiretamente, de “bandidos” os policiais que atuaram na megaoperação.
“Bandido é quem promoveu a chacina. Tu acha que ali não tinha jovem, não tinha mãe? Ali tinha gente sim”, completou.
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A operação no Rio, considerada uma das mais letais da história recente do Brasil, deixou o número total de 121 mortos na megaoperação feita nos complexos do Alemão e da Penha. Segundo o balanço do governo carioca, 54 corpos foram encontrados no dia da ação e outros 63 foram achados por moradores em uma região de mata do Complexo da Penha na quarta-feira (29). Quatro policiais também morreram na ação — dois policiais militares e dois policiais civis.
Batizada de Operação Contenção, a ação envolveu cerca de 2.500 agentes das Polícias Civil e Militar, com o objetivo de frear o avanço territorial do CV (Comando Vermelho) e cumprir cerca de 100 mandados de prisão nos complexos do Alemão e da Penha. Entre os alvos, 30 eram de outros estados, incluindo membros da facção vindos do Pará.
Por Patos Online
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