
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta terça-feira (12), o programa “Brasil Contra o Crime Organizado”, voltado ao fortalecimento da segurança pública e ao enfrentamento das organizações criminosas em todo o país.
A iniciativa contará com R$ 11 bilhões em investimentos e será dividida em quatro eixos principais: asfixia financeira das facções, reforço no sistema prisional, ampliação das taxas de esclarecimento de homicídios e combate ao tráfico de armas, munições e explosivos.
O anúncio foi realizado durante cerimônia em Brasília, com a presença do presidente da Câmara, Hugo Motta, do vice-presidente Geraldo Alckmin, além do ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, e outras autoridades.
Segundo o governo federal, R$ 1,06 bilhão serão destinados diretamente pela União para ações imediatas. Outros R$ 10 bilhões estarão disponíveis em linha de crédito para estados, municípios e o Distrito Federal investirem em equipamentos, viaturas e tecnologias de segurança pública.
Entre as medidas previstas está o fortalecimento das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs), com atuação conjunta entre forças estaduais e federais. Também será criada uma FICCO Nacional para operações interestaduais.
Na área prisional, o programa prevê a implantação de padrão de segurança máxima em 138 unidades prisionais consideradas estratégicas, além da aquisição de drones, scanners corporais, bloqueadores de celulares, detectores de metal e outros equipamentos.
O plano também pretende ampliar a capacidade de investigação de homicídios, com fortalecimento das Polícias Científicas, Institutos Médico-Legais (IMLs) e bancos de perfis genéticos.
Já no combate ao tráfico de armas, o governo prevê a criação da Rede Nacional de Enfrentamento do Tráfico de Armas (Renarme) e ações integradas nas regiões de fronteira para rastreamento de armamentos utilizados pelo crime organizado.
Por Patos Online
Com informações do Metrópoles
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