
A impossibilidade de votar o novo Código no regime de urgência pode fazer com que a tramitação e votação do anteprojeto do Código ainda demore uns seis meses. Não contestamos a impossibilidade da urgência, dada a importância de uma lei que mexe com os mais diversos interesses. Tanto da população como um todo, como de determinadas atividades atingidas pelos impostos e taxas regulamentados pelo novo código.
A necessidade de um debate mais aprofundado do anteprojeto com a população e classes produtoras já foi atendida. O projeto deve passar agora pelo crivo da Procuradoria da Câmara para ser depois encaminhado para presidência que o encaminhará às comissões de Constituição e Justiça e de Finanças.
Temos certeza de que a manifestação da Procuradoria da Câmara será feita assim que possível pelo Dr. José Lacerda Brasileiro, de reconhecida competência e dedicação, e que não precisará dos quinze dias que o regimento lhe concede.
O risco que os observadores anteveem no horizonte é o anteprojeto dormitar nas gavetas dos relatores das comissões de Constituição, Justiça e Redação, a vereadora Lucinha, e de Finanças, o vereador Góia, que são vistos como resistentes a colaborar com a atual administração.
Os relatores podem retardar a tramitação do anteprojeto usando na sua totalidade o prazo de trinta dias que têm para apresentar relatório. Prazo este que pode ser prorrogado por igual período. Somando os prazos possíveis para as duas comissões, só a apresentação do parecer das duas pode demorar quatro meses. Ou seja, se os relatores Lucinha e Góia quiserem, podem retardar a tramitação do anteprojeto em cento e vinte dias, para só então o projeto ser discutido e votado.
Os relatores estão respaldados no Regimento Interno da Câmara, se quiserem atrapalhar a aprovação do anteprojeto de Código Tributário.
Enquanto isso, todos aqueles que estão esperando as isenções e reduções previstas no anteprojeto ficarão prejudicados. Ou seja, os empresários que se sentiram prejudicados com os impostos e taxas aumentados pela revogação do Código Tributário anterior. As viúvas e pessoas carentes que poderão usufruir das benesses que o novo código lhes proporcionaria, também ficarão prejudicados, pois o que houver de bom no novo código só passa a valer noventa dias depois que o novo código entrar em vigor, o que pode acontecer lá para fevereiro, quando podia ter sua vigência já no primeiro dia do ano.
Qual a justificativa dos senhores relatores para esta possível demora de cento e vinte dias? Sem contar que com o recesso branco durante a festa da padroeira, a Câmara vai perder pelo menos uma semana para começar a discutir o projeto, depois que a presidente encaminhar o anteprojeto para a Procuradoria da Câmara, recebê-lo de volta, remeter para as comissões, recebe-lo de volta, sucessivamente, e por fim submetê-lo a votação. Podem “botar ferro de molho”.
Voltamos a insistir nesta tecla. Tem gente na Câmara de Vereadores determinada a dificultar a administração municipal. Os motivos o povo, que não é muito besta, já desconfia há muito tempo. Esquecem os vereadores suspeitos de interessados em atrapalhar a administração que com isso não estão prejudicando o Dr. Ivanes. Estão prejudicando a população de Patos. Que saberá dar a resposta em 2020. E esperamos estamos estar vivos para lembra-la disso. Com o que contamos com a colaboração da imprensa independente de Patos.
(LGLM)
PEC 6X1 Alcolumbre pauta fim da 6x1 para dois dias depois do primeiro turno
ELEIÇÕES 2026 TSE forma maioria pelo indeferimento da candidatura de Cícero Lucena; julgamento é interrompido após pedido de vista de André Mendonça
ELEIÇÕES 2026 Efraim encerra agenda de rua do primeiro turno com mobilização em Catolé do Rocha
ELEIÇÕES 2026 Assessor de Cícero Lucena é preso após confusão envolvendo desligamento de som de trio durante evento político em João Pessoa
ELEIÇÕES 2026 Érika Von Sohsten encerra campanha com a dor que ouviu nas ruas e um compromisso político: “A lei precisa sair do papel”
ELEIÇÕES 2026 Datafolha: Lula tem 42% contra 38% de Flávio no 1º turno e 48% a 45% em eventual 2º turno
CONCURSO PÚBLICO MPPB apura possíveis irregularidades na convocação e posse de aprovados em concurso de Princesa Isabel
CONCURSO PÚBLICO TJPB contrata FGV para organizar concurso público do Judiciário paraibano
SISTEMA PRISIONAL Ministério Público pede que Estado corrija irregularidades na Penitenciária Sílvio Porto, em João Pessoa Mín. 22° Máx. 36°