A presidente da Câmara Municipal de Patos, Tide Eduardo, apresentou na Sessão Ordinária desta quinta-feira(02), um “Voto de Pesar”, pelo falecimento do jornalista Adelson Barbosa, fato ocorrido no dia 27 de junho. Adelson estava internado no Hospital memorial São Francisco, em João Pessoa, onde sofreu uma parada cardiorrespiratória. Ele deixou a esposa Lúcia e duas filhas, Renata e Maria Eduarda.
“Adelson foi um grande profissional da imprensa paraibana que nos deixou precocemente. Amava a cidade de Patos, cidade onde morou e até hoje tem familiares que residem aqui, e tinha orgulho em dizer que era filho de Patos, mesmo tendo nascido em João Pessoa. Então nada mais justo que essa singela homenagem por parte de todos nós do Poder legislativo patoense”, comentou Tide.
Adelson Barbosa dos Santos Filho tinha 58 anos, nasceu em João Pessoa, mas dizia que era “filho de Patos”, pois foi na Morada do Sol que viveu da infância até o início da vida adulta. Durante a juventude, atuou em movimentos ligados à igreja católica, na paróquia de São Francisco, no Conjunto Noé Trajano. Em sua biografia nas redes sociais, fazia questão de falar sobre a sua devoção por Nossa Senhora da Guia e se apresentava torcedor do Nacional de Patos.
A maior parte da carreira brilhante como jornalista foi construída no jornal Correio da Paraíba, onde atuou por mais de 20 anos. Adelson também foi correspondente de grandes veículos de comunicação nacionais como Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, Gazeta Mercantil e Revista Piauí.
Sua trajetória no jornalismo político lhe rendeu admiração e respeito por parte de políticos e gestores públicos de várias gerações e esferas de poder. Sua admiração pela história da Paraíba fazia com que todos os domingos, os leitores do Correio da Paraíba tivessem matérias curiosas e com fatos pouco ou ainda não explorados.
Em 2018, Adelson foi diagnosticado com um câncer no cérebro. Fez uma cirurgia para a retirada do tumor, passou por radioterapia e quimioterapia. Tempos depois o tumor voltou e uma outra cirurgia foi necessária. Adelson vinha se submetendo a um novo tratamento. Ele também era cardiopata. Nos últimos meses, o quadro se agravou e estava em tratamento em um leito de hospital instalado na sua casa, em João Pessoa.
Assessoria
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