
De acordo com a coordenadora do CER, Aline Andrade, devido ao grau de autismo grave da criança em questão, chegou-se ao consenso de que por enquanto ela deve ser submetida ao acompanhamento psicológico, para que posteriormente possa evoluir na diminuição da agressividade, e assim ter condições de realizar as demais terapias que se relacionam com o autismo.
O acompanhamento da criança é constante e está sendo realizado por um profissional de psicologia.
Inclusive, vale frisar que a equipe praticamente dobrou para atender esse tipo de demanda.
Aline ainda lembrou que o autismo grave é de competência do Caps, porém o CER tem aberto algumas exceções com a finalidade de facilitar a assistência a essas crianças.
Em suma, o atendimento à criança não foi negado, apenas ela está passando pelo acompanhamento psicológico e necessário, antes de iniciar as terapias.
Assessoria
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