Na quarta-feira (07/11) o delegado da Polícia Federal, Derli Brasileiro, esteve na cidade de Teixeira colhendo depoimentos a respeito do caso do esgotamento sanitário da cidade.
Segundo o delegado o convênio foi assinado e o processo licitatório foi feito na gestão do ex-prefeito Elenildo Queiroz, que também já foi ouvido, mas os recursos foram transferidos para a edilidade do município no ano 2005, na administração da atual prefeita Rita Nunes Pereira (DEM).
O departamento da Polícia Federal instaurou um inquérito para apurar supostas irregularidades envolvendo recursos da área da saúde através da FUNASA. As verbas eram oriundas de convênios celebrados entre a Prefeitura Municipal de Teixeira e a FUNASA, objetivando a construção de uma rede de esgotamento sanitário.
Derli afirmou que o objetivo do convênio não foi atingido e que já tem em mãos recente laudo pericial elaborado por peritos da Polícia Federal em João Pessoa, concluindo que as metas não foram cumpridas. O inquérito federal tramita entre a Polícia Federal, o desembargador do Tribunal Regional Federal em Recife-PE e um Procurador Regional da República também na cidade de Recife.
O delegado assegurou que vai extrair cópias dos autos para remeter ao Ministério Público Federal em Campina Grande-PB, a fim de que o Procurador Geral da República analise a integração de ação civil pública na esfera cível. A partir daí algumas conseqüências podem surgir, mas para isso cabem ao Ministério Público da primeira instância em Campina Grande.
As investigações estão bastante adiantadas e muitas pessoas já foram ouvidas, onde em poucos dias as pessoas que serão indiciadas também prestarão depoimento, constituindo o aspecto penal das investigações.
“Todas as pessoas ouvidas estão colaborando com as investigações e em termo de documentos já há um bom número”, frisou Derli Brasileiro.
Foram colhidos, entre outros, depoimentos de moradores da Rua Joaquim Camilo Duarte, onde se teve início à construção das valas da rede de esgotamento, e foi ouvido também o senhor Eduardo Pereira da Costa, responsável pelas terras onde aconteceria a construção.
O delegado considerou o processo fácil e simples por ter nomes dos envolvidos, e disse que o prazo para conclusão da investigação está entre os meses de dezembro e janeiro, garantindo que “quando realmente os culpados forem concretizados haverá uma punição exemplar, pois os recursos devem ser devidamente aplicados”.
Edney Lisboa e
Jéssica Lira - Portal Teixeira FM
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