O atropelamento da estudante Maria de Lourdes Motta, 32, no início da tarde de ontem, no quilômetro 250 da BR 230, entre as cidades de Assunção e Juazeirinho, causou revolta na população. O veículo que provocou o acidente tinha placa MNS 1391 e estava à serviço da Câmara Municipal de Catingueira. De acordo com o delegado de Juazeirinho, Kelsem Vasconcelos, o motorista Edvaldo Tibúrcio Leite não prestou socorro porque teve medo da reação dos familiares, mas o contador da Câmara ficou na cidade para prestar depoimento. A estudante completou 32 anos no último domingo.
O veículo viajava de Catingueira para João Pessoa a 100 quilômetros por hora. De acordo com o irmão da vítima, Daniel Motta, a família vai acionar a Justiça. “Principalmente porque minha irmã já tinha atravessado a BR, estava no acostamento, essa é a maior tristeza. Dava pra o veículo ter desviado, mas como vinha em alta velocidade isso não aconteceu. Depois eles não prestaram socorro, o que nos deixou ainda mais indignados”, comentou.
Delegado ouve testemunhas
A Polícia Rodoviária Federal não ouviu o motorista, mas de acordo com o relatório do acidente, havia marcas de carro no centro da rodovia. O delegado Kelson disse que convocou quatro testemunhas, entre elas uma amiga da vítima que estava com ela no momento do acidente. “Ela ia atravessar a rua, da casa dela para a de outros familiares e pelo que consegui apurar até agora, a vítima provavelmente foi pega de surpresa porque não olhou para os dois lados da rodovia”, acrescentou o delegado.
Jornal Correio
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