
A perícia apontou que a causa da morte de Giselle Sakai, encontrada sem vida na tarde de ontem em seu apartamento em Manaíra, foi embolia pulmonar. A mulher transexual sentiu-se mal e chegou a pedir ajuda a uma amiga que só chegou ao local cerca de uma hora e meia depois do contato, encontrando-a morta.
Aproximadamente um mês atrás, Giselle havia se submetido a uma lipoaspiração, mas segundo sua amiga Karina Espínola Guedes, o procedimento não deixou sequelas.
Uma hipótese que poderia explicar a embolia seria o uso de silicone industrial para finalidades estéticas, prática comum, na rotina das transexuais.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proíbe o uso de silicone industrial na utilização de procedimentos estéticos. O produto não deve ser utilizado no corpo humano e tem como finalidade a limpeza de carros e peças de avião, impermeabilização de azulejos, vedação de vidros, entre outras utilidades. Porém, o desvio de sua correta utilização, servindo como material para cirurgia plástica, por exemplo, é considerado crime e pode causar sérios riscos à saúde.
Seja na hora da aplicação ou com o passar dos anos, o produto pode gerar deformações, dores, dificuldades para caminhar, infecção generalizada, embolia pulmonar e até mesmo a morte.
Giselle foi sepultada no fim da tarde deste sábado, 6, no Cemitério Santa Catarina, no Bairro dos Estados. O velório aconteceu na Central Rosa de Saron, em Jaguaribe.
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