
Um dos processos da Operação Calvário, o que trata de suposto caixa-dois na eleição de 2010 – quando teria começado a relação político-financeira entre Ricardo Coutinho e Daniel Gomes, chefão da Cruz Vermelha – foi remetido da Justiça Comum para a Justiça Eleitoral, por decisão do célebre ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.
“Creio que o ministro se equivocou ao não compreender o modelo de negócio implementado pela ORCRIM (Organização Criminosa) chefiada por Ricardo Coutinho”, disse ao Blog o promotor Octávio Paulo Neto, coordenador do Gaeco e da força-tarefa deflagrada na Paraíba para investigar desvios via organizações sociais, contratadas para gestão da saúde pública paraibana.
Para Octávio, a liminar concedida por Gilmar Mendes “desconsidera a operacionalização da corrupção sistêmica”. “Creio que esteja acometido por algum viés cognitivo. Pena que sua decisão fomenta a impunidade”, arrematou.

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