
Acusado de matar a jovem Patrícia Roberta, Jonathan Henrique ficou calado na audiência de instrução que aconteceu nesta sexta-feira (24), no 2º Tribunal do Júri, no Fórum Criminal de João Pessoa. Foram ouvidas 12 testemunhas, e a Justiça deu um prazo de cinco dias para que defesa e acusação apresentem as alegações finais. Depois disso vai ser decidido se o acusado vai ou não a júri popular.
Durante a audiência, a defesa tentou dispensar os depoimentos do pai e da companheira do acusado. A recusa do pai de Jonathan foi aceita e ele não se pronunciou, mas a juíza Francilucy Rejane de Sousa Mota alegou ser necessária a fala de Ivyna Maria Oliveira, namorada de Jonathan, pois ela seria a única pessoa, de acordo com o que se sabe até o momento, que teria estado no local do crime.
Procurado pelo g1, o advogado de defesa, Raphael Corlett, afirmou que a decisão de manter Jonathan Henrique em silêncio tinha como objetivo recolher elementos para montar uma defesa mais completa nas alegações finais e nas próximas etapas jurídicas as quais o réu será submetido.
Segundo a defesa, por causa das imagens de câmeras de segurança, o crime de ocultação de cadáver não está mais em discussão, pois já foi provado que o acusado praticou. Mas ele alegou que, durante a audiência, surgiu a possibilidade de outra pessoa ter praticado o homicídio.
G1/PB
Foto: Walter Paparazzo
Prisão DRF de Patos prende último foragido da Operação BR-230 em Olinda (PE)
Inocentado TJ-PB anula condenação por ausência de prova direta e absolve homem acusado de estupro de vulnerável contra a filha em Bayeux
Operação Discovery Polícia Federal deflagra 38ª fase da Operação Discovery contra abuso sexual infantojuvenil na Paraíba
Em investigação Homem é baleado após troca de tiros com a Polícia Militar durante suposto ritual em Campina Grande
Moeda falsa Polícia Federal deflagra Operação Lumen II em Campina Grande contra suspeita de compra de moedas falsas
Violência doméstica Ministério Público recomenda que Justiça negue pedido de habeas corpus a cantor preso por violência doméstica Mín. 24° Máx. 33°