A classificação de risco é um procedimento necessário na admissão de pacientes em qualquer unidade de saúde e no caso de uma instituição que atua com urgência e emergência é ainda mais importante, porque ao se avaliar o paciente, é possível direcionar melhor o atendimento, de acordo com a necessidade que cada quadro requer.
E para aperfeiçoar a sistemática, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, passou a adotar, as pulseiras para Classificação de Risco, onde o paciente que der entrada utiliza uma pulseira colorida que identifica a prioridade no atendimento. Os acessórios seguem a Classificação de Risco preconizada pelo Ministério da Saúde, de acordo com a Política Nacional de Humanização. “Esse sistema prioriza o atendimento pela gravidade do caso e não pela idade ou ordem de chegada”, destaca a diretora geral do Complexo, Liliane Sena.
A nova sistemática tem o objetivo de melhor acolher o paciente, avaliar a sua necessidade clínica e propiciar um atendimento, de acordo com a urgência, classificando-o por cores: vermelha (emergência), laranja (muito urgente), amarela (urgente), verde (pouco urgente) e azul (não urgente). Dentre as vantagens da adoção da pulseira está a redução do índice de mortalidade na porta das emergências com a identificação rápida de pacientes em risco de vida.
A diretora geral do Complexo lembra ainda que esse novo procedimento de classificação adotado pela unidade está em consonância com o processo interno de melhoria contínua, que tem o objetivo de assegurar que os pacientes tenham um atendimento mais eficaz, levando-se em conta a sua própria necessidade e urgência. “Nós já fazíamos essa classificação de risco e a adoção das pulseiras chega para complementar e aperfeiçoar esse processo de eficiência do atendimento na nossa porta de entrada”, finaliza Liliane Sena.
Secom
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