
Familiares do fisioterapeuta Cleyton Leite, responsável pela Clínica da Dor e preso em outubro de 2020, entraram em contato com o blog do Marcello Patriota.
Ele foi preso há dois anos, acusado da morte de sua esposa, dia 28 de setembro, no banheiro de seu consultório, em Afogados da Ingazeira-PE. Aiane Michele Pereira Gomes Leite, de 26 anos, teria sido encontrada pela secretária atendente da clínica, enquanto Cleiton atendia a um paciente em sua sala.
As primeiras informações eram de suicídio, mas a polícia o acusou de feminicídio, sob alegação de que alterou a cena do crime para indicar suicídio, além de um laudo traumatoscópico. O fisioterapeuta manteve sua versão.
Natural de Itapetim, Cleiton Leite comandava o programa Mais Saúde, aos domingos, na Rádio Pajeú FM, com retransmissão para a Rádio Gazeta FM, em São José do Egito. Aiane, era natural de Tabira e estava casada com Cleiton Leite há menos de um ano.
A nota foi enviada ao blog pelo irmão de Cleyton, o jornalista Joaquim Leite Neto, que mora nos Estados Unidos. Ele alega que o inquérito foi “tendencioso” e não teve pedidos de liberdade provisória atendidos. Também a demora de perícias ligadas ao caso, o que agilizaria o julgamento e, com base na confiança da família e defesa, a declaração de inocência do acusado. Leia a nota:
Em 15 de outubro de 2020, o Dr. Cleiton foi preso acusado injustamente de feminicídio. Na época, ficou claro que o inquérito policial foi tendencioso ao invés de imparcial, após duas audiências judiciais, sendo a primeira em 01 de setembro de 2021 e a segunda em 01 de outubro 2021.
Em 2022, o Dr. Cleiton Leite foi pronunciado para ser submetido ao Tribunal do Júri, fato que mesmo por excesso de prazo, não foi realizado, inclusive com três pedidos de liberdade provisória indeferidos nas três instâncias cabíveis.
As partes foram intimadas pelo Juiz tratando-se do artigo 422 do Código Penal, dando à defesa o prazo de cinco dias para se manifestar. A defesa cumpriu estritamente o prazo solicitando que cinco testemunhas sejam ouvidas no Plenário do Júri.
Já a promotoria solicitou uma pericia técnica com a reconstituição dos fatos ocorridos. O Excelentíssimo Sr. Juiz da Comarca de Afogados da Ingazeira determinou que a pericia fosse realizada no prazo de trinta dias tendo inicio na data de 15 de Junho de 2022, porém já se passaram cinco meses desse deferimento. O Estado não cumpriu essa determinação Judicial, e sem justificativas sobre o mesmo, para a reconstituição acima citada não ter sido realizada, deixando de cumprir o prazo da Lei representada pelo Juiz da Comarca de Afogados da Ingazeira; dessa forma causando danos incalculáveis na pessoa do acusado.
Assim, não há nenhum indício de designação de data a ser realizada atrasando o Plenário do Júri, mantendo o fisioterapeuta preso, e, portanto, ocasionando uma injustiça sem precedentes.
Através da família o fisioterapeuta Dr. Cleiton pede oração aos amigos e pacientes, e afirma que muito em breve sua inocência será provada.
Por Blog do Marcello Patriota.
Mistério Pescador morre em praça do Mutirão em circunstâncias semelhantes às de adolescente que deu entrada na UPA do Jatobá
Em investigação Jovem de 16 anos morre após ser deixada inconsciente na UPA do Jatobá, em Patos, com sinais de parada cardíaca
Tráfico de drogas DRACO prende ex-policial penal do RN apontado como maior criador de lojas virtuais para venda de drogas na Paraíba
Acidente fatal PRF divulga novos detalhes sobre acidente com duas vítimas fatais na BR-427, entre Paulista e Pombal, e confirma ausência de cinto e cadeirinha infantil
Estupro Paraíba registra, em 2025, o maior número de estupros da última década
Acidente fatal Capotamento na BR-427 deixa dois mortos e uma criança ferida entre Paulista e Pombal
Ação policial PRF realiza comando de alcoolemia integrado nas BRs 230 e 361 em Patos, com foco na preservação de vidas
Feminicídio Paraíba registrou, em 2025, o maior número de feminicídios dos últimos 10 anos, confirma Polícia Civil
Preso! Empresário suspeito de matar Tavu Gadelha por dívida de R$ 400 mil se entrega à Polícia Civil em João Pessoa Mín. 22° Máx. 38°