
Na manhã desta terça-feira (02), Filipe Henrique, filho da paciente oncológica Ana Tereza, de 58 anos, entrou em contato com nossa redação para reclamar de uma situação enfrentada no Hospital do Bem, onde sua mãe realiza tratamento oncológico há três anos. Segundo ele, o atendimento na unidade hospitalar tem sido demorado, especialmente no setor de quimioterapia.
O cidadão relatou demora na preparação das medicações por parte da farmácia do hospital, o que tem causado transtorno aos pacientes, que muitas vezes vêm de longe, enfrentando longas viagens de mais de três horas e chegando até de madrugada.
Ana Tereza, que teve câncer de ovário e agora trata metástase no fígado, chegou ao hospital às 7 horas da manhã para receber quimioterapia e imunoterapia. Segundo o filho, a demora no atendimento e na preparação das medicações tem sido um grande desafio para ela e outros pacientes, causando transtornos e angústia.
Ele conta que a mãe terminou a quimioterapia por volta das 11h30min e ficou aguardando para realizar a imunoterapia, que ainda estava sendo preparada para ser administrada na paciente. Filipe contou que há cerca de 21 dias enfrentou os mesmos problemas.
Sobre o assunto, o Patosonline.com entrou em contato com a assessoria de comunicação do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, que trouxe explicações por parte da empresa responsável pelos tratamentos no Hospital do Bem.
Segundo o médico, os atrasos se dão pelo protocolo de preparo e manuseio dos medicamentos, sejam eles quimioterápicos ou outros tipos de medicamentos, para evitar misturas e irregularidades no processo.
Ele explicou que, quando o paciente realiza quimioterapia, os farmacêuticos tendem a manusear os medicamentos o mais rápido possível para liberar todos de uma vez. No entanto, no caso da paciente Ana, que também está recebendo imunoterapia, as duas terapias não podem ser feitas ao mesmo tempo devido à diferença nos medicamentos, correndo o risco de perda de qualidade ou contaminação.
"Por isso tem que fazer primeiro a quimioterapia que ela estava fazendo, para depois fazer a parte monoclonal. Há todo um processo. Já explicamos à paciente e ao acompanhante. Eu sei que o paciente chega cedo, mas, infelizmente ou felizmente, há toda uma parte de qualidade do serviço técnico, todo um protocolo que precisamos seguir", disse o médico.
Além disso, o responsável pela empresa destacou que, no horário próximo ao meio-dia, os colaboradores iniciam suas saídas para o almoço. Com isso, em vez de haver dois farmacêuticos, há somente um, mas as manipulações dos medicamentos não param.
Após o contato, nossa equipe foi informada de que a paciente já estava recebendo a medicação necessária no início da tarde.
Por Patos Online
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