
A vereadora Nadir Rodrigues (Republicanos) utilizou a tribuna na sessão ordinária da Câmara Municipal de Patos para agradecer à Defensoria Pública da Paraíba (DPE-PB) por trazer à cidade o mutirão para reconhecimento e investigação de paternidade, “Meu Pai Tem Nome”, que acontecerá em Patos no próximo dia 17 deste mês.
A vereadora destacou que já havia apresentado diversos requerimentos solicitando a realização do mutirão na cidade e expressou gratidão à Defensoria Pública pela iniciativa, em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social de Patos, de realizar o evento que impactará positivamente a vida de várias famílias no município.
“Era um sonho nosso trazer este mutirão para Patos, porque vai trazer dignidade para nossas crianças, dar a elas a oportunidade de terem o nome dos pais no registro, permitir que convivam com os pais, e mudar completamente a vida dessas crianças e também dos pais”, enfatizou Nadir Rodrigues.
Sobre o Mutirão
Até o dia 15 de agosto, será realizado um pré-cadastro para as pessoas interessadas em fazer o exame gratuito de DNA durante o mutirão. Na Paraíba, a ação acontecerá no dia 17 de agosto (sábado), nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Patos, com o apoio do Hemocentro. Em Patos, as inscrições serão realizadas na sede da Defensoria Pública, localizada na Rua Fenelon Bonavides, 285, bairro Brasília.
A iniciativa é idealizada pelo Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege) e realizada nos estados pelas Defensorias Públicas Estaduais, com o objetivo de reduzir o número de crianças e adolescentes sem o nome do pai no Registro Civil de Nascimento.
Embora a campanha facilite o acesso aos exames de DNA, o propósito do registro oficial também é promover reflexões profundas sobre a importância do exercício efetivo e afetivo da paternidade, incentivando um compromisso verdadeiro e duradouro entre pais e filhos.
Como o número de exames disponibilizados pelo Hemocentro é limitado, os interessados devem realizar a inscrição no site da Defensoria Pública Estadual (DPE), sendo necessário apresentar RG, CPF e comprovante de endereço da mãe e do suposto pai, além da certidão de nascimento da criança.
Durante o mutirão, também serão realizadas audiências extrajudiciais de mediação e conciliação para o reconhecimento voluntário da paternidade, além de atendimentos direcionados a mães de crianças e adolescentes cujos pais se recusaram a registrar os filhos, especialmente em casos onde não houve acordo entre as partes.
Pessoas maiores de 18 anos que não possuem o nome do pai no registro de nascimento e desejam iniciar ações judiciais também podem participar.


Por Genival Junior - Patos Online
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