
Nesta última segunda-feira, 12 de maio, o Dia Mundial de Conscientização da Fibromialgia e Lúpus foi marcado por ações de sensibilização e apoio aos pacientes dessas doenças crônicas em Patos, na Paraíba. Em um cenário de crescente representatividade, a cidade tem sido palco de importantes conquistas para a comunidade de pessoas com fibromialgia e lúpus, que enfrentam desafios diários devido às complexas implicações dessas condições.
O "Coletivo Lúpicos e Fibromiálgicos de Patos" é uma iniciativa que nasceu em 2018, com o objetivo de proporcionar apoio, informação e solidariedade aos pacientes que convivem com essas doenças. Fundado por Damiana Guedes, o grupo conta com 174 membros ativos, sendo um importante ponto de referência para o público atingido em Patos. A atuação do grupo tem sido destacada pela força da união e pela busca constante por melhorias nas condições de vida dos pacientes.
Com o apoio de instituições locais como a UFCG (Universidade Federal de Campina Grande), por meio do curso de Odontologia, e a UNIFIP (Centro Universitário de Patos), com o curso de Fisioterapia, o grupo tem conquistado parcerias significativas, como no laboratório da profissional Fátima Damascena e com o apoio do médico Dr. Pedro Augusto. Essas colaborações são fundamentais para garantir que os pacientes tenham acesso a cuidados especializados e ao apoio necessário para a convivência com as condições de saúde.
Patos também foi pioneira em legislações que favorecem os pacientes de fibromialgia e lúpus. Em 2021, foi sancionada a Lei Municipal nº 5.603, que institui a Semana Municipal de Conscientização da Fibromialgia. Essa lei busca promover a conscientização sobre a doença, seus sintomas e o impacto na vida das pessoas que convivem com a condição, além de informar a sociedade sobre a necessidade de uma abordagem mais empática e inclusiva.
Além disso, a cidade implementou a Carteira de Identificação (CIA), regulamentada pela Prefeitura Municipal, que beneficia não apenas pessoas com transtorno do espectro autista, mas também aqueles que sofrem de fibromialgia, facilitando o acesso a direitos e serviços.
Apesar dos avanços, o caminho para a plena inclusão e acessibilidade ainda é árduo. A fundadora do Coletivo Lúpicos e Fibromiálgicos de Patos, Damiana Guedes, destaca que ainda existem diversas dificuldades enfrentadas pelos pacientes. No entanto, ela acredita que a cidade tem feito a diferença.
A fibromialgia é uma condição caracterizada por dores musculares generalizadas, acompanhadas de fadiga, distúrbios do sono e problemas cognitivos. A doença afeta principalmente mulheres e, muitas vezes, é mal compreendida devido à falta de visibilidade e ao fato de seus sintomas não serem facilmente detectáveis.
Já o lúpus é uma doença autoimune que causa inflamação nas articulações, na pele e em outros órgãos, podendo levar a complicações graves. Ambas as condições exigem acompanhamento médico contínuo e, muitas vezes, tratamentos complexos e caros.
Por Patos Online
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