
O representante do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios e Telégrafos (SINTECT), em Patos, Carlos Viana, disse à jornalista Wânia Nóbrega, da Rádio Espinharas FM, que a presidência nacional dos Correios tem alegado crise na empresa para resistir às pautas de reivindicações da categoria.
Ele informou que a direção dos Correios apresentou uma proposta de reajuste de 5,13%, com aumento bianual, retirada do vale extra dos servidores e sem retroatividade, considerando a data-base de agosto. Com isso, o reajuste passaria a valer apenas em janeiro, com pagamento dos retroativos a partir de abril, não contemplando as necessidades dos empregados.
“A empresa alega que está sem condições financeiras, que está passando por um momento de crise, mas, na verdade, a crise só existe para o trabalhador, para o andar de baixo; para o andar de cima, não tem crise”, protestou Carlos Viana.
O diretor sindical acrescentou que a política administrativa do presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, tem procurado impor regras dentro da instituição, dificultando a negociação das pautas apresentadas pela categoria. Ele classificou a situação como um movimento orquestrado para desvalorizar o trabalho prestado pelos servidores e afirmou que, por essa razão, a negociação se estende desde o mês de agosto.
Ele finalizou dizendo que a base sindical nas regiões Sul e Sudeste deflagrou greve por tempo indeterminado e que, neste momento, a cobrança é por diálogo entre as partes, a fim de corrigir os prejuízos gerados desde gestões passadas. Ouça:
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