
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, nesta quinta-feira (29/1), durante o programa Acorda, Metrópoles, que deixará o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em fevereiro. Ele foi entrevistado pelo colunista Igor Gadelha e pela apresentadora Natália André. Veja:
Além de comentar o afastamento do governo Lula, Haddad falou sobre polêmica do Banco Master, autonomia do Supremo Tribunal Federal (STF), corte de juros e supersalários dos servidores públicos.
Sobre a saída da Fazenda, Haddad não quis cravar uma data. “Eu não posso dar uma data sem combinar com o presidente, mas ele está informado que deixo o governo em fevereiro, com certeza”, afirmou.
O ministro tem sido pressionado para sair candidato nas próximas eleições. Nessa quarta-feira (28/1), a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, defendeu que Haddad seja candidato por São Paulo nas eleições deste ano. De acordo com Gleisi, o campo progressista precisa “escalar seus melhores quadros” para enfrentar a extrema direita nos estados.
Haddad tem dito que pretende se afastar da vida pública e atuar nos bastidores da campanha de Lula, mas afirmou, na semana passada, que ainda não há uma decisão tomada sobre seu futuro político.
As pressões do PT e do próprio presidente da República para que ele entre na disputa em outubro podem levá-lo a rever os planos. O ministro afirma que tem escutado Lula, que trabalha para convencê-lo a disputar o pleito.
O chefe da pasta é hoje a principal aposta do PT para disputar o governo de São Paulo ou até uma vaga no Senado pelo estado. O principal obstáculo, porém, é a resistência do próprio em voltar a concorrer a cargos eletivos.
O ministro da Fazenda vai viajar à Índia na comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em fevereiro. A agenda em Nova Délhi ocorre entre 19 e 21 de fevereiro, após o Carnaval.
Em relação à sucessão na pasta, Haddad saiu em defesa do secretário-executivo Dario Durigan, alvo de críticas de alas do PT. Ele não quis adiantar se Dario é realmente o favorito para ser o ministro da Fazenda na reta final do terceiro governo Lula, mas destacou as qualidades de seu braço direito na Fazenda.
O ministro também comentou sobre a crise do Banco Master, negando que o Banco Central tenha demorado a agir no caso. “É atividade da Polícia Federal, que tem toda a autonomia para isso e atribuição para ir até as últimas consequências. O Banco Central saneia a questão das finanças”, pego.
Segundo Haddad, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, enganou investidores. “Tem muita gente que foi envolvida de boa-fé. Imaginava que ali tratava-se de um grande empresário, um banqueiro emergente. O cara [Daniel Vorcaro] levou muita gente no bico. Quem agiu de má-fé tem de responder”, ressaltou Haddad.
Fonte: Metrópoles
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