
Uma jornalista chinesa está sendo condenada a 4 (quatro) anos de prisão, por “induzir brigas e provocar confusão”, quando do seu trabalho de reportar fatos relacionados ao surto de coronavirus na cidade de Wuhan, epicentro da pandemia da Covid-19.
Zhang Zhan, de 37 anos, não foi apenas profissional, mas corajosa. Ao invés de optar por ceder a narrativa oficial, que minimizava os efeitos da pandemia, ela publicou relatos de quem viveu (e morreu) contrariando os seguidores de Xi Jinping,
“As críticas à maneira como a china lidou inicialmente com a crise foram censuradas, e a mídia estatal creditou o sucesso do país na contenção do vírus à liderança do presidente”.
Será que o mundo prestou atenção a esse incidente? Ou irá colocar a mordaça em si mesmo? Pasmem, senhores: uma jornalista condenada por exercer o seu direito à liberdade de expressão.
O advogado de Zhang, disse à agência de notícias Reuters, que irá recorrer. E nós esperamos que o erro seja corrigido, para que continuemos a ter esperança num mundo onde a justiça social devia ser o maior de todos os regimes.
Misael Nóbrega de Sousa
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