A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (17) a segunda fase da chamada Operação MENORIDADE. Ao todo, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, três mandados de prisão preventiva e 12 de prisão temporária nas cidades de São Bento, na região de Catolé do Rocha, no Sertão paraibano, Campina Grande, Jaboatão dos Guararapes-PE, Caruaru-PE, Canhotinho-PE e Goiânia-GO. A ação da PF diligenciou também no Presídio Federal em Catanduvas, no Paraná. Todas as ordens judiciais foram expedidas pela Vara de Entorpecentes de Campina Grande-PB.
A operação desta terça-feira (17) se relaciona com a prisão de um indivíduo que era foragido da Justiça, ocorrida no Estado de São Paulo na data de 27/06/2021. Atualmente, ele encontra-se recolhido no Presídio Federal de Catanduvas/PR, tendo sido expedido contra o investigado um mandado de prisão preventiva, a ser cumprido por ocasião da deflagração da Operação MENORIDADE.
Segundo divulgado na ocasião de sua recente prisão, o homem era foragido desde 10/09/2018 quando houve a fuga de 92 detentos do Presídio PB-1 na cidade de João Pessoa/PB. O indivíduo é acusado de diversos crimes graves, incluindo roubo a carro forte na BR-230, na área do município de Cruz do Espírito Santo/PB, na data de 06/08/2018. Na oportunidade os criminosos foram perseguidos pela Polícia Militar e presos após um violento confronto na cidade de Lucena/PB. Dentre os presos na ocasião, além do referido, estava um outro comparsa, que também empreendeu fuga do PB1 em 10/09/2018.
Durante as investigações para a localização do homem preso em 27 de junho deste ano, os policiais verificaram que ele estava vivendo na região de Campinas/SP, utilizando nome falso, em uma casa em condomínio de luxo onde foi preso. Como decorrência dessas investigações, os policiais identificaram diversos comparsas atuando na venda de drogas na região Nordeste, sendo o principal entreposto a cidade de Campina Grande/PB.
OBJETIVO
Na data desta terça-feira (17) os policiais focaram principalmente numa ramificação da quadrilha instalada nas cidades de Canhotinho e Caruaru, ambas no estado de Pernambuco.
Além das medidas de busca e apreensão e prisões, os investigadores também deram cumprimento ao bloqueio judicial de diversas contas bancárias usadas pelos membros da quadrilha para movimentar os valores do tráfico.
CRIMES
Os investigados responderão pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, previstos nos Artigos 33 e 35 da Lei n.11.343/2006, cuja pena poderá chegar à 15 e 10 anos de reclusão respectivamente.
Assessoria
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