
O internato médico é uma fase crucial e obrigatória para as pessoas que cursam Medicina. Essa é a etapa em que se aprende a prática profissional. Ao longo do período os estudantes atendem aos pacientes com a supervisão de um médico. Dessa forma, funciona como um estágio definido pelo Ministério da Educação como obrigatório para se formar.
Os acadêmicos de Medicina UNIFIP participaram do internato no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena em João Pessoas. O UNIFIP é a única instituição que tem essa parceria com o governo do estado da Paraíba com acesso no Trauma como cenário de prático.
No internato o estudante precisa ter a vivência real dentro da rede. O diferencial do curso de Medicina UNIFIP, é que a prática acontece desde o primeiro dia. Sendo que no internato, é preciso ter mais acesso e a uma carga horária maior.
A rede do município de Patos não comporta esses internos, pois além do curso Medicina, vários outros cursos usam esses espaços de prática, como explica o coordenador pedagógico de Medicina, Miguel Aguila, “Nós precisávamos de um cenário que ofertasse esse fluxo de pacientes e tivesse a capacidade de assumir nossos estudantes. O Trauma hoje é o maior hospital de fluxo na Paraíba para cirurgias, além da urgência e emergência”, finaliza.
O UNIFIP conseguiu fazer essa parceria através da Escola de Saúde Pública da Paraíba e do governo do estado. A contrapartida foi a aquisição de equipamentos, que estão sendo colocados à disposição do hospital, melhorando o processo de atendimento no local. Para os estudantes, o UNIFIP tem o compromisso com o transporte para essa localidade, além das acomodações em apartamentos na capital.
Para os alunos estar dentro de um serviço gigantesco que proporciona muitas oportunidades, é de extrema importância para a prática médica.
“Foi gratificante atuar no Trauma. Alguns setores as portas são realmente abertas para nós. Infelizmente no Sertão em alguns serviços ainda encontramos um pouco de dificuldade, tanto por demanda e também o quantitativo dos estudantes que rodam dentro do serviço”, expressa a interna UNIFIP, Érica Alencar.
A autonomia no exercício da função é importante para os internos. A exemplo do centro cirúrgico, onde o UNIFIP pactuou com o Hospital de Trauma, para que os alunos pudessem estar o mais presente possível, desde das noções mínimas dos procedimentos, até mesmo nas cirurgias.
Ainda segundo Érica, “foi um um serviço de modo geral que abraçou todos os aspectos do bloco cirúrgico. Atuamos no ambulatório, no pré e pós-cirúrgico. Então foi realmente uma experiência enriquecedora e o UNIFIP nos proporcionar esse cenário de prática. Foi o diferencial”.
O internato no Hospital de Trauma ajudou a conhecer como cada setor funciona. Os internos passaram todo o período envolvidos com as futuras funções, participaram de serviços como o de UTI, e na porta de entrada dos pacientes, que são as urgências e emergências.
No final todos ganham. Os estudantes no processo de formação, a população que será atendida no hospital com mais equipamentos, os profissionais que atuam na área com mais conforto.
Ascom FIP
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