Dos 12 deputados federais paraibanos, pelo menos cinco deles – Damião Feliciano, Gervásio Maia, Julian Lemos, Frei Anastácio e Wilson Santiago – devem dar aval de cara à aprovação da PEC da Transição, que vai garantir aumento real do salário mínimo e a manutenção do Auxílio Brasil de R$ 600, a partir de janeiro.
Já Aguinaldo Ribeiro, Hugo Motta e Edna Henrique – a deputada não disputou a eleição este ano – devem aguardar se Progressistas e Republicanos vão liberar as bancadas. Os dois partidos apoiaram a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL), que perdeu para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Presidente do PL na Paraíba, o deputado federal Wellington Roberto já se anunciou oposição ao petista. Nos bastidores, tem dito que não dá para votar contrário aos R$ 600, de olho nas eleições municipais de 2024.
Efraim Filho, coordenador da bancada e senador eleito, Ruy Carneiro e Pedro Cunha Lima também são incógnitas em relação à PEC. Devem esperar posicionamento do PSDB e do União Brasil.
A PEC da Transição entra na pauta da Câmara Federal esta semana. Para ser aprovada, tal qual veio do Senado, precisa de 308 votos. Há quem diga que passará sem maiores intercorrências e também quem acredite que, sem mexer, vai demorar.
Por Sony Lacerda
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