Um trabalho integrado entre as polícias Militar e Civil, juntamente com o Poder Judiciário, resultou na prisão do homem acusado de assassinar brutalmente a ex-namorada, Raissa Raiara Batista Pereira, de 30 anos, em Bonito de Santa Fé, no Sertão paraibano, na tarde do último sábado (02). O eletricista Francisco Dunga Sousa, de 50 anos, se entregou às autoridades na tarde desta terça-feira (05) e foi encaminhado para a Central de Polícia de Cajazeiras.
De acordo com o delegado Antônio Neto, poucas horas após o crime, a Polícia Civil conseguiu na Justiça um mandado de prisão preventiva contra Francisco: “Tão logo conseguimos o mandado de prisão, continuamos com as diligências e hoje, no período vespertino, ele se entregou às forças de segurança”, relatou o delegado seccional.
Inconformado com o término do relacionamento, Francisco viajou de João Pessoa até Bonito de Santa Fé com a intenção de matar Raissa. O crime ocorreu no posto de combustíveis onde ela trabalhava como frentista.
O Major Hugo, da Polícia Militar, explicou que o acusado se entregou devido à pressão das forças de segurança, que impediram sua fuga para João Pessoa. “Ele não se entregou por vontade própria, e sim pela pressão policial: a Polícia Civil, através da investigação, e a Polícia Militar fazendo o cerco para tentar coibir a fuga para João Pessoa, que a gente tinha essa suspeita, pois ele morava lá.”

O delegado Francisco Filho informou que Raissa não chegou a registrar boletins de ocorrência ou solicitar medidas protetivas contra o ex-namorado. No entanto, segundo o depoimento de uma prima dela, gerente do posto de combustíveis, Raissa se mudou de João Pessoa para Bonito de Santa Fé devido ao histórico de violência do ex-companheiro.
“Ela preferiu vir para Bonito de Santa Fé, onde ele, não aceitando o fim do relacionamento, se deslocou também, onde tem familiares em Bonito, e aproximadamente um mês e quinze dias ele vinha sempre atrás dela para tentar a volta do relacionamento. Infelizmente, no sábado à noite teve essa triste tragédia.”
O sargento João Pedro destacou a estratégia montada para evitar a fuga do acusado. "Foi um cerco muito grande, ele não tinha como sair, foram várias viaturas, vários efetivos empregados. Hoje mesmo nós amanhecemos seis horas naquela região de Conceição, Bonito, nas adjacências, para que ele não saísse. E ele tendo conhecimento disso, resolveu se entregar."
O delegado Dácio Henrique ressaltou a rapidez com que o pedido de prisão preventiva foi acolhido pela Justiça. "A partir de então as buscas não cessaram. Foi um trabalho em conjunto bastante exitoso entre a Polícia Civil e a Polícia Militar."
O acusado agora ficará à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia.
O corpo de Raissa foi sepultado no último domingo (03), sob clime de comoção e revolta por parte de familiares e amigos.
Por Patosonline.com
Com informações do Diário do Sertão
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