
O sindicalista e professor do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), Guilherme Augusto, expressou críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em relação à continuidade da greve no IFPB. Ele ressaltou que as plenárias dos sindicatos é que decidem o fim da paralisação e, até o momento, não há previsão para o término.
Guilherme Augusto destacou que as reivindicações dos grevistas ainda não foram atendidas, o que mantém a insatisfação da maioria. Ele criticou a proposta de aumento salarial apresentada pelo governo, classificando-a como inadmissível.
"Esse aumento continua sendo inadmissível para a maioria dos grevistas. As nossas reivindicações não foram atendidas", enfatizou.
O sindicalista também comentou sobre o recente desbloqueio de verbas no valor de 2,9 bilhões de reais, que, segundo ele, poderiam ser utilizados para conceder reajustes salariais.
"Recentemente, houve o desbloqueio de verbas de 2,9 bilhões de reais. Se esses recursos fossem usados adequadamente, seria possível conceder o reajuste que estamos reivindicando", disse.
Guilherme Augusto acusou o governo de querer descontar na educação, afetando diretamente os profissionais e a qualidade do ensino.
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