
A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) definiu, na tarde desta terça-feira (9), o novo calendário acadêmico do semestre após a greve dos professores. De acordo com o que foi definido pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), as aulas remotas retornam nesta quarta (10) e as aulas presenciais retornam em 2 de fevereiro de 2026.
De acordo com a proposta acolhida pelo Consepe, ficou definido que:
O período 2025.2 contará, inicialmente, com 104 dias letivos. As propostas do calendário acadêmico acolhido pelo Consepe levam em consideração o recesso natalino e o recesso de final de ano, além dos 30 dias de férias coletivas.
De acordo com o parecer da UEPB, o calendário acadêmico aprovado leva em conta fatores relevantes, como o transporte escolar. Neste período, último mês do ano, as escolas de educação básica e as instituições públicas e privadas de Ensino Superior encerram suas atividades, o que reduz significativamente, ou até interrompe, a circulação do transporte escolar, em razão do fim do ano letivo.
Ainda de acordo com o calendário acadêmico adotado, as colações de grau devem acontecer no período de 4 a 8 de maio de 2026.
Na próxima semana, o Consepe retomará as discussões, em reunião ordinária, para apresentar uma possível redução do calendário acadêmico do semestre letivo 2025.2.
Na reunião, também foi aprovada a abertura do semestre 2025.2 para que os estudantes possam trancar seus cursos em razão das consequências da greve. O período para solicitar o trancamento ficará disponível até o final do semestre letivo.
Confira o novo calendário acadêmico da UEPB
Na sexta-feira (5), os professores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) decidiram encerrar a greve após mais de dois meses de paralisação. O movimento teve início no dia 22 de setembro.
A decisão pelo fim da paralisação foi tomada em assembleia, depois que os professores aprovaram a proposta apresentada pelo Governo da Paraíba durante reunião da mesa tripartite, no dia 2 de dezembro.
A assembleia estava prevista para ocorrer no dia 9, mas foi antecipada após o envio das condições negociadas ao sindicato.
Pelo acordo, o governo vai pagar apenas 60% do valor retroativo das progressões de carreira. Os outros 40% não serão pagos, e o valor que será pago será dividido em 20 parcelas. Segundo a presidente da ADUEPB, Cris Nepomuceno, a proposta foi aceita pela categoria, embora docentes que discordam dos termos possam recorrer à Justiça para cobrar o pagamento integral.
Cris Nepomuceno afirmou, também, que o governo se comprometeu a realizar um concurso público para professores no segundo semestre de 2026, além de abrir concurso para banco de equivalência e convocar professores aprovados no edital lançado em 2023.
A manutenção da mesa tripartite foi apontada pela associação como uma das principais conquistas, o que deve manter um canal permanente para discutir temas como concursos, orçamento, lei de permanência e questões previdenciárias.
Fonte: g1 PB
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