A Pfizer disse na quarta-feira (18) que se ofereceu para fornecer ao Brasil milhões de doses da vacina COVID-19 no primeiro semestre de 2021, em meio a evidências de que o coronavírus está se espalhando mais rapidamente no maior país da América do Sul.
“A Pfizer fez uma proposta ao governo brasileiro, em linha com negócios que fechamos em outros países - inclusive na América Latina, que permitiria a vacinação de milhões de brasileiros no primeiro semestre, sujeito à aprovação regulatória”, disse a empresa em um declaração.
O Brasil tem o terceiro pior índice de coronavírus do mundo em número de casos, depois dos Estados Unidos e da Índia.
Na terça-feira, o Imperial College London divulgou dados que mostram que a taxa de infecção no Brasil acelerou para 1,1, ou seja, a cada 100 pessoas com coronavírus infectam 110 pessoas. É a primeira vez em semanas que o número passa de um.
O Ministério da Saúde do Brasil disse que se reuniu com a Pfizer na terça-feira e compraria a vacina se comprovada como segura e se o órgão regulador da saúde a registrasse. O ministério disse que também se reunirá esta semana com a Johnson & Johnson, a indiana Bharat Biotech e os fabricantes da vacina russa Sputnik V enquanto traça os planos de imunização.
A Anvisa assinou regras para acelerar as aprovações das vacinas COVID-19, conforme edital publicado no Diário Oficial desta quarta-feira.
As novas regras permitem que os laboratórios apresentem os dados à Anvisa de forma contínua à medida que são gerados, em vez de esperar que toda a documentação seja concluída. As análises de impacto regulatório e as consultas públicas normalmente exigidas também serão dispensadas.
CNN Brasil
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