
Durante Sessão Ordinária na Câmara Municipal de Patos na noite desta terça-feira (13), alguns vereadores apontaram falhas no pedido feito pelo procurador do município de Patos, Alessandro Lacerda, suspendendo emendas impositivas destinadas, em sua maioria, à entidades que desenvolvem projetos sociais na cidade de Patos. Os parlamentares alegaram que o o servidor está tentando barrar algumas emendas destinadas pelos parlamentares a serviços de cunho social.
Algumas entidades sociais que foram impedidas de receber fomento do município são: A diocese de Patos, que desenvolve um trabalho social com pessoas carentes; o grupo Amigas Viva a vida, com trabalho de acolhimento e apoio no tratamento de pessoas com câncer; a Associação de Pais e Amigos de Autistas de Patos e Região; a Associação Esportiva Cultural e Recreativa; a Adota Patos, entre outras.
Foram contempladas apenas as emendas destinadas a eventos culturais e esportivos como: Copa Wecqui de Futevôlei, Associação de Quadrilhas Juninas e o Patos Moto Fest.
A polêmica teve início após o vereador Rafael da Civil procurar o Ministério Público para pedir esclarecimentos sobre o entrave no pagamento dos recursos. O parlamentar foi informado pelo o promotor da 4ª Promotoria de Justiça, Carlos Davi Lopes Correia Lima, que a prefeitura justificou que há problemas na destinação da verba para algumas entidades, no entanto, não apontou os reais motivos para o entrave que acabou prejudicando todas as organizações que prestam serviços e ações voltados à diversos grupos sociais.
O vereador Rafael da Civil considerou os questionamentos da procuradoria como equívoco e solicitou que o procurador do município, Alessandro Lacerda, compareça a Câmara para prestar esclarecimento aos parlamentares.
Já o parlamentar Josmá Oliveira disse que a ação do procurador é uma afronta ao poder legislativo e uma tentativa de barrar aos trabalho dos vereadores.
OUTRO LADO:
A redação do Patosonline.com entrou em contato com a Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Patos e a gestão negou que não irá pagar subvenções às determinadas entidades citadas pelos vereadores, sendo que a única orientação do Ministério Público foi com relação ao pagamento à Associação dos Vaqueiros, que não apresentava fins sociais.
Patosonline.com
Com assessorias
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