O juiz Vinícius Costa Vidor, da 4ª Vara da Justiça Federal em Campina Grande, decretou as prisões preventivas de Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias Campos, donos da Braiscompany. A decisão foi emitida nesta sexta-feira (24). Magistrado ainda pediu que a Interpol, organização internacional que facilita a cooperação policial no mundo, seja acionada.
O delegado que está à frente das investigações da Operação Halving solicitou a conversão das prisões temporárias em preventivas para que pudesse ser incluído o nome deles na difusão vermelha da Interpol. As prisões temporárias não são passíveis de inclusão em difusão internacional e por isso a necessidade da conversão. A Justiça entendeu a gravidade dos fatos investigados e deferiu os pedidos.
Na decisão, conforme apurou o ClickPB, o juiz federal declarou: "decreto a prisão preventiva dos investigados ANTÔNIO INÁCIO DA SILVA NETO e FABRÍCIA FARIAS CAMPOS. Adote a Secretaria as diligências necessárias à expedição dos mandados de prisão e de sua inclusão em difusão vermelha, encaminhando, em seguida, o conjunto de documentos, à Superintendência da Polícia Federal na Paraíba para solicitação da difusão à Interpol."
Antônio Neto Ais e Fabrícia Campos foram alvos de mandados de prisão temporária em operação da Polícia Federal nos últimos dias, mas não foram encontrados, estando foragidos desde então. A PF cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços da Braiscompany e de membros da empresa.

Operação Halving
A Operação Halving foi deflagrada no dia 16 de fevereiro de 2023 com o objetivo de combater crimes contra o sistema financeiro e contra o mercado de capitais, em tese cometidos por sócios de empresa especializada em criptoativos. A operação é comandada pela Polícia Federal em conjunto com o Ministério Público Federal.
O alvo da investigação é a empresa Braiscompany, que nos últimos quatro anos movimentou valores equivalentes a aproximadamente R$ 1,5 bilhão em criptoativos, em contas vinculadas aos suspeitos.
Foram cumpridos 8 mandados de busca e apreensão nos municípios de João Pessoa e Campina Grande, na Paraíba e em São Paulo. Segundo apurou o ClickPB, os alvos dos mandados foram as sedes da Braiscompany nestas cidades e um condomínio de luxo em Campina Grande.
Os crimes investigados são os previstos nos arts. 7º e 16 da Lei nº 7492/86, cujas penas somadas passam dos 12 anos de reclusão e multa. O nome da operação é uma alusão ao aumento da dificuldade de mineração do bitcoin, que ocorre a cada 4 anos, período semelhante a ascensão e derrocada do esquema investigado.
Fonte: ClickPB
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