
A primeira audiência do caso Júlia dos Anjos ocorreu ontem (24) de forma híbrida, com a acusação, Ministério Público e acusado presentes no 1º Tribunal do Júri, em João Pessoa, e a defesa atuando remotamente. O acusado de ter assassinado a adolescente, Francisco Lopes, ficou em silêncio durante a audiência. Foram ouvidas no 1º Tribunal do Jurí da capital, a mãe e a bisavó de Júlia, como testemunhas de acusação.
A acusação levou oito testemunhas, já a defesa não levou nenhuma. A primeira a ser ouvida foi a mãe da menina, Josélia Araújo dos Anjos. Segundo informaçõeso obtidas pela reportagem, antes do início do depoimento, ela solicitou que o ex-companheiro e acusado foi retirado do local, o que foi acatado. Ao longo do depoimento, ela declarou que a filha nunca falou sobre os abusos, nem que o acusado teve algum compartamento suspeito ao longo do período de convivência.
Já a segunda a ser ouvida na audiência foi Joelma dos Anjos, bisavó da vítima. No fórum, ela teria citado que Francisco teria chegado a atrapalhar as buscas pela adolescente. Em entrevista à TV Arapuan, ela disse que "se sentiu muito mal" ao ouvir a defesa do acusado no fórum. "Não dá nem para explicar como um monstro desse faz uma coisa dessa e ainda tem essa defesa" disse.
"Desde o primeiro momento que ele entrou na minha família, que eu nunca confiei nele. Sempre avisava, não me escutaram e aconteceu o que aconteceu. Mas em nome de Jesus ele vai ser condenado", desabafou. "A providência divina vai pesar no jurí popular e esse homem vai ser condenado" finalizou em entrevista à imprensa.
Depois dos dois depoimentos, o Ministério Público dispensou as outras testemunhas. Francisco retornou ao fórum e foi orientado pela defesa a responder apenas aos questionamentos do júri. A expectativa agora é para a decisão da juíza Aylzia Carrilho que poderá definir se o mesmo irá à júri popular.
Fonte: ClickPB
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