O índice de reprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu e empatou com a aprovação, segundo a nova pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 21. O levantamento mostra que 35% consideram a gestão de Lula ótima ou boa, enquanto 33% avaliam o governo como ruim ou péssimo ? o maior índice desde o início do mandato. Para outros 30%, é regular.
O Datafolha entrevistou presencialmente 2.002 eleitores entre a terça-feira, 19, e a quarta-feira, 20, em 147 municípios. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.
Em comparação com a pesquisa anterior do Datafolha, realizada no início de dezembro, a aprovação do governo petista recuou em três pontos percentuais, saindo de 38% para 35%. Em contrapartida, a reprovação doa gestão cresceu de 30% para 33%. O percentual é o maior registrado na série histórica do instituto, iniciada em março do ano passado.
Em outro recorte do levantamento, 58% afirmaram que o presidente fez menos pelo Brasil do que esperavam. Para outros 24%, ele cumpriu o que eles esperavam que fizesse. Já 15% consideram que Lula fez mais do que a expectativa deles.
A reprovação do petista também cresceu entre os evangélicos, passando de 38% para 43%, um aumento de cinco pontos percentuais de dezembro para março. A aprovação, por sua vez, passou de 26% para 25%.
Entre os católicos, Lula possui uma maior aprovação, com 43% do grupo avaliando o governo como ótimo ou bom ? mesmo percentual registrado em dezembro. Outros 29% reprovam a gestão do petista e 28% consideram o governo regular.
Os grupos que mais aprovam a condução de Lula na Presidência são aqueles que recebem até dois salários mínimos (40%), os nordestinos (26%), os menos instruídos (31%) e os que possuem entre 45 e 59 anos (24%).
Por outro lado, a maior rejeição se concentra entre os eleitores que possuem entre 35 e 44 aos (40%), moradores de região Sul (40%), os mais ricos (45%) e os que possuem ensino superior (22%).
O Datafolha é mais um entre os levantamentos que atestaram que a aprovação de Lula sofreu uma redução no início deste ano. Os institutos Quaest, Atlas/Intel e Ipec (antigo Ibope) também mostraram que a reprovação do governo cresceu, enquanto a avaliação positiva do Executivo apresentou uma redução.
Entre os motivos da redução da aprovação estão as declarações recentes do petista sobre Israel e a Venezuela, que impactaram sua imagem com o público. Além disso, a percepção a respeito da economia nacional e dos preços dos insumos do dia a dia piorou em comparação com levantamentos recentes.
O governo Lula também não consegue performar bem nos temas mais importantes para os entrevistados, como segurança pública e corrupção. Na semana passada, a fuga de dois detentos do presídio de Mossoró (RN) completou um mês, o que fez as críticas contra o Ministério da Justiça, comandado pelo ministro Ricardo Lewandowski, aumentarem.
Por conta da queda da avaliação do governo, Lula realizou na última segunda-feira, 18, uma reunião ministerial para traçar estratégias para conter o crescimento da rejeição. Os ministros do governo federal se comprometeram a fiscalizar ações de unidades públicas de saúde, aumentar a arrecadação fiscal e produzir campanhas de publicidade.
Fonte - Por Gabriel de Sousa / O Estadão
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